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LFRating News





31/10/2017 LFRating deliberou, na 1° Revisão, por um down grade, de ϵA+ para ϵBBB+, na classificação da emissão de CRI da Habitasec Securitizadora, que tem como Devedora a Porto Quality Empreendimentos, Compra e Venda de Imóveis Ltda. – R$22,4 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 31.out.17, deliberou por um down grade na classificação, de ϵA+ para ϵBBB+, na emissão de R$ 22,4 milhões em CRI da Habitasec Securitizadora, que tem como Devedora a Porto Quality Empreendimentos, Compra e Venda de Imóveis Ltda. Os recursos captados foram destinados ao ressarcimento pela aquisição do terreno em que está sendo construído o empreendimento imobiliário e ao financiamento da respectiva obra, servindo também para pagar as despesas da emissão e constituir o fundo de liquidez. Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LF Rating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (i) o pagamento das PMT é dependente da efetiva venda das unidades em estoque num contexto de incertezas conjunturais. Além disso, a comercialização das unidades tem que ocorrer de forma que seja possível gerar valor semelhante aos das PMT mensais; (ii) O valor dos recebíveis já performados relativos ao prazo da operação, líquido do montante a ser recebido na entrega das chaves, juntamente com o valor dos serviços adquiridos mediante permuta de unidades e ainda não realizados, representam somente 77% do total necessário às obras; (iii) Além da insuficiência não estar contemplada na estrutura da operação,  os déficits previstos entre o montante dos recebíveis e os dispêndios com obras são mensais entre nov.17 e mai.18, o que impõe a necessidade de captações em igual período.

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26/10/2017 LFRating confirmou a classificação A, em caráter definitivo, à emissão de R$ 12,5 milhões em CCI da Domus Cia. Hipotecária, que tem como Devedora a Quartier Desenvolvimento Urbano Incorporação e Construção Ltda..

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 26.out.17, confirmou a classificação A, em caráter definitivo, à emissão de R$ 12,5 milhões em CCI da Domus Cia. Hipotecária, que tem como Devedora a Quartier Desenvolvimento Urbano Incorporação e Construção Ltda..  Os recursos captados serão destinados basicamente ao término das obras de dois empreendimentos imobiliários, além do pagamento das despesas da emissão. Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LF Rating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (i) elevada Razão de Garantia no início da emissão, além da determinação de um mínimo de 150% por toda a operação e de um FLIQ constituído na “cabeça”; (ii) recebíveis performados, sem inadimplência, cobrem 86% do valor da emissão, enquanto a carteira total líquida representa 120% daquele valor, além do fato de que os recebíveis que forem regularizados, passam a integrar a carteira, aumentando a disponibilidade de recursos; (iii) o volume de direitos creditórios oriundos das vendas projetadas pela empresa está abaixo das médias dos últimos anos, que foram de conjuntura adversa. Entretanto, como o prazo dos financiamentos excede em muito os 60 meses da operação, a depender do momento em que ocorram as vendas, o fluxo de pagamento das PMT pode ser prejudicado, já que parte dos recebíveis terá vencimento posterior ao encerramento da emissão.

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23/10/2017 LFRating decidiu reduzir a nota A– para BB, para a classificação da Foco Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda..

O Comitê de Classificação de Risco de LFRating, em reunião realizada no dia  23.out.17decidiu reduzir a nota A- para BB, para a classificação da Foco Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Essa deliberação está baseada, principalmente, em seus Demonstrativos Financeiros, onde observamos que os prejuízos apurados no exercício de 2016 e 1º semestre de 2017 reduziram seu Patrimônio Líquido a apenas R$ 246.276,00 suas disponibilidades a R$ 548,00 e seu Índice de Basileia a 3,0%, o que implica em imediata necessidade de capitalização, evento que, embora tenha sido agendado, ainda não se efetivou. LFRating manter-se-á atenta às ocorrências futuras e assim que tiver conhecimento de fatos novos, tomará as providências devidas. 

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19/10/2017 LFRating atribuiu a classificação A– a cinco CCI emitidas pela Domus Companhia Hipotecária (CLB Investimentos Imobiliários S.A.), com valor total nominal de R$ 5,1 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating, em reunião realizada no dia 19.out.17, atribuiu a classificação A-, em caráter definitivo e em moeda nacional, a cinco CCI emitidas pela Domus Companhia Hipotecária, com valor total nominal de R$ 5,1 milhões, representativas de direitos creditórios originados de financiamento imobiliário firmado entre a DOMUS e a CLB Investimentos Imobiliários S.A., no mesmo valor da emissão dos títulos. A emissão, com prazo de três anos, vinte e quatro meses de carência para o início de pagamento dos juros e modalidade “bullet”, para amortização do valor principal devido, tem por objetivo gerar recursos para o desenvolvimento da Torre D (prédio) com 88 unidades, estando com 35% de obra executada a torre é parte do empreendimento Residencial Quatro Ilhas. A CLB, que na estrutura da operação figura como a principal devedora dos títulos, é uma empresa de propriedade da Sanford Tecnologia em Construções Ltda. e única acionista da Quatro Ilhas Incorporações S.A.. A realização do empreendimento a que se refere esta operação depende de recursos que extrapolam a captação via CCI. Eles serão complementados através de uma operação de equity, em andamento, com investidores sócios de uma Sociedade em Conta de Participação, com aportes programados até ago.18. Para poder realizar a classificação das CCI desta emissão, LFRating precisou considerar que essa captação extra ocorrerá no tempo e nos termos propostos, sem o qual a classificação seria impossível. O repagamento das CCI contam com a garantia de: i) alienação fiduciária de imóvel avaliado na condição de venda forçada por R$ 8,1 milhões e não poderá ser inferior a 150% do valor da emissão; ii) cessão de direitos creditórios da ordem de 32,3%, originados da comercialização das unidades da Torre D, e iii) amenizador de risco representado por uma conta corrente arrecadadora, já constituída na Caixa Econômica Federal, exclusiva para receber os pagamentos decorrentes dos direitos creditórios, bem como todos os valores relacionados às CCI. Na identificação de possíveis riscos à operação, o Comitê assinalou a característica não performada do empreendimento responsável pela geração de recursos para pagamento das CCI. A CLB assume um compromisso de realizar rigorosamente o cronograma de obras planejado, tanto na gestão como na captação extra (equity) para a finalização do empreendimento. Essas captações e o fluxo de Receitas provenientes das vendas das unidades, além do prazo de entrega dentro do previsto, foram considerados como fundamentais. Também, não podemos deixar de citar a piora no ambiente político do País e a elevação do grau de incerteza dele decorrente, o que pode, por exemplo, prejudicar um maior avanço da economia.

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10/10/2017 LFRating, em décima Revisão de classificação, atribuiu a classificação ∈BB– para a emissão dos Certificados de Recebíveis Imobiliários–CRI da 290° série da 1° emissão da Brazilian Securities (devedora DLD Comércio Varejista Ltda.)–R$ 75,9 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating, em reunião realizada em 10.out.17, em décima Revisão de classificação, atribuiu a classificação BB-, em moeda nacional, para a emissão estruturada dos Certificados de Recebíveis Imobiliários da 290ª série da 1ª emissão da Brazilian Securities, com data de vencimento para dez.22, em regime fiduciário, com lastro em uma CCI emitida pelo Treviso Fundo de Investimento Imobiliário-FII, representativa de créditos imobiliários derivados de Contrato de Locação pelo prazo de 15 anos celebrado entre o TREVISO e a DLD Comércio Varejista Ltda., em processo de Recuperação Judicial, que se constitui na principal pagadora, tendo como fiador Dadalto Administração e Participações Ltda.  O histórico de progressivos downgrades na classificação, que reduziu a nota original A para BB- nesta décima Revisão, teve origem em uma sequência de eventos preocupantes, como o fato de uma operação com compromissos de longo prazo (dez anos) ter sua principal devedora apresentado fragilidade em sua estrutura financeira e fraco desempenho de resultados já no segundo ano após a emissão dos títulos.  Com a evolução das dificuldades internas e a forte retração de vendas do comércio varejista, o pedido de Recuperação Judicial (out.15) foi apresentado à Justiça de Vitória-ES.  A atribuição da classificação BB- nesta décima revisão reflete ainda um quadro de expectativas incertas, apesar de propostas de mudanças com objetivo de reduzir o risco de crédito da operação com alienação de imóveis, ainda não efetivada e reescalonamento das PMT, que atualmente são pagas com redução de 50% do valor efetivamente devido. Fica evidente nesta décima revisão que a empresa chegou no limite financeiro para pagamento da operação. Entretanto, mesmo com os ajustes na forma de pagamento, com certo alívio no curto prazo, a DADALTO continuará com sérias dificuldades para honrar as obrigações assumidas, especialmente por conta da conjuntura desfavorável. Por entender que a situação da empresa está cada vez mais complexa/complicada, estenderemos a atual classificação até o prazo máximo de seis meses (abr.18), por compreender que seja um prazo suficiente para uma nova análise de uma situação.

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06/10/2017 Distrato Contratual da Flit Investimentos Ltda..

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da Flit Investimentos Ltda. e retira a nota de classificação LFg3-.

 


06/10/2017 LFRating manteve a classificação ∈AA na 2° Revisão da emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários – CRI da SCCI – Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A., no montante de R$ 37,3 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 06.out.17, manteve a classificação AA, na 2ª Revisão da emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários - CRI da SCCI - Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A., no montante de R$ 37.310 milhões (CRI Sênior), tendo como Devedora a Nova Colorado S.A.. Os recursos captados foram destinados ao pré-pagamento de emissão anterior de CRI da Habitasec Securitizadora S.A., à implantação de empreendimentos imobiliários residenciais desenvolvidos pela Devedora ou por empresas ligadas e à constituição de um Fundo de Liquidez (FLIQ), além do pagamento das despesas da operação.  Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LFRating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (a) adimplência no pagamento de todas as 23 PMT vencidas até set.17, tendo sido registradas quatro amortizações extraordinárias em out.16, jan.17, mai.17 e set.17, sendo que, anteriormente, já haviam sido realizadas três amortizações extraordinárias no período fev.-ago.16; (b) o saldo do FLIQ em ago.17  é superior a 5% do saldo devedor; (c) a emitente está enquadrada na Razão de Garantia dos Direitos Creditórios, com equivalência de 152,1%, superior aos 143% determinados inicialmente; (d) a folga existente para o resgate dos CRI seniores, em razão da participação de 30% dos CRI subordinados.  

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02/10/2017 Distrato Contratual da Operação de CCI da Sanford Tecnologia em Construções Ltda.– R$ 7,630 milhões.

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da Sanford Tecnologia em Construções Ltda. e retira a nota de classificação.


02/10/2017 Distrato Contratual do Banco Estado do Espírito Santo S.A.–BANESTES.

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento do Banco Estado do Espírito Santo S.A. - BANESTES.



26/09/2017 LFRating deliberou por um down grade, de A para BB, na classificação da segunda Revisão da emissão de debêntures da RomPro Participações S.A.– R$ 80 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 26.set.17, deliberou por um down grade, de A para BB na classificação da segunda Revisão da emissão de R$ 80 milhões em debêntures da RomPro Participações S.A.. Os recursos captados seriam destinados à aquisição de ações da GLOBAL, que os utilizaria na estruturação de um Centro de Distribuição de Medicamentos, na implantação da rede autorizadora e em outros projetos. O saldo existente seria utilizado no aumento da capacidade de captação de novos contratos. No entanto, a captação foi de apenas R$ 5,6 milhões, o que impossibilitou o cumprimento dos objetivos estabelecidos. Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LFRating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (i) a operação de emissão de DBS como foi estruturada em fev.15, no que diz respeito ao rol de garantias e à forma de pagamento vinculada ao fluxo de dividendos da GLOBAL creditado em CV, não se confirmou. Tampouco se confirmaram os investimentos vinculados ao volume total de recursos pretendido. A empresa vem convivendo com as consequências do agravamento da recessão no País (caminha para o terceiro ano consecutivo), acentuada pela perda de dois contratos relevantes, que comprometeram severamente seu equilíbrio financeiro. Destaque-se os sucessivos aportes de capital por parte do controlador, que também tem honrado diretamente o pagamento das PMT, condições que trazem desconforto, principalmente se computado o montante de R$ 43,5 milhões em Prejuízos Acumulados a absorver, vis-à-vis o “fôlego financeiro” do controlador. Embora o setor de atuação embuta perspectivas promissoras e a GLOBAL já tenha elaborado, e em parte desenvolvido, seu business plan, o cenário mais provável para a empresa seria um crescimento vegetativo em 2017/18, até que a atividade econômica sinalize uma reversão efetiva que admita nova tentativa de captação de recursos no mercado, vista pelo Comitê como imprescindível dentro do processo de consolidação da GLOBAL. Ressalte-se ainda que a atividade ainda não foi objeto de regulamentação, o que embute incertezas, uma vez que o cenário legal a ser implantado poderá não ser o mais adequado a estrutura da GLOBAL, impondo dificuldades e/ou entraves.

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26/09/2017 LFRating decidiu por um downgrade, de BBB para C, na classificação da emissão de Debêntures da M.Invest Planejamento e Administração de Shopping Center S.A. – R$420 milhões, mediante a Ação de Rating.

O Comitê de Classificação de Risco de LFRating, em reunião realizada no dia  26.set.17, decidiu por um downgrade de BBB para C em função da necessidade de rever os Fundamentos da nota devido às preocupações já assinaladas no Relatório de Segunda Revisão e por notícias públicas sobre o pedido de falência de uma das empresas do M.Grupo, na Comarca de Porto Alegre - Vara de Direito Empresarial, Recuperação de Empresas e Falências, expedido em 10.fev.17 pela Juíza de Direito Dra. Giovana Farenzena. Em uma reunião com a Diretoria da empresa, alguns pontos foram esclarecidos com relação ao motivo e atual situação dessa condição, e já se aguardava uma retirada desse pedido para breve. Nesta reunião tomamos conhecimento de alterações aprovadas na operação, que até então eram desconhecidas desta Agência, constantes do 2.º Aditamento à Escritura (mai.17). Apesar da empresa sob pedido de falência não ter laços societários diretos com a M.INVEST, ainda restavam as consequências indiretas sobre a operação no que dizia respeito à possível declaração de vencimento antecipado na M.INVEST. Consultamos o Agente Fiduciário que entendeu que deveria convocar uma AGD para decidir. Assim, dado o largo tempo decorrido neste processo de definição da nova condição de risco, LFRating não poderia mais manter o status “Em Revisão” por mais tempo. Essa a razão do lapso entre a decisão do Comitê em 26.set.17 e a data de saída desta AR1. Dependendo da decisão dos debenturistas, quando da realização da AGD, LFRating promoverá uma Revisão ou AR2, atualizando nossa opinião sobre o grau de risco dessa operação.

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25/09/2017 LFRating comunica a liquidação das CCB emitidas por Firenze Energética S.A..

LFRating comunica que em 25 de setembro de 2017 houve a liquidação das Cédulas de Crédito Bancário - CCB emitidas por Firenze Energética S.A. com valor nominal de R$ 38.894 milhões. A operação foi encerrada com a nota A, na escala de rating de LFRating. Em vista deste fato, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da operação.



22/09/2017 LFRating comunica a liquidação antecipada dos CRI emitidos por SCCI Securitizadora de Créditos Imobiliários S. A. (Breithaupt Investimentos em Shopping Centers SPE S.A.) – R$ 30 milhões.

LFRating comunica que em 15 de setembro de 2017 houve a liquidação antecipada dos Certificado de Recebíveis Imobiliários – CRI emitidos por SCCI Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A. (Breithaupt Investimentos em Shopping Centers SPE S.A.)  - R$ 30 milhões. A operação foi encerrada com a nota ϵAA,  na escala de rating de LFRating. Em vista deste fato, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da operação.



18/09/2017 LFRating atribuiu a classificação BBB– à emissão de R$ 50 milhões em debêntures da LSH Barra Empreendimentos Imobiliários S.A..

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 18.set.17, atribuiu a classificação BBB-, em caráter definitivo, à emissão de R$ 50 milhões em debêntures da LSH Barra Empreendimentos Imobiliários S.A., empresa controladora do Hotel LSH, em fase operação no regime de soft opening e em fase final de acabamento. Os recursos captados foram destinados, dentre outras finalidades, ao pré-pagamento da 3ª emissão de debêntures e às obras de finalização do referido hotel incluindo mobiliário e capital de giro inicial do empreendimento.  Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LFRating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (i) empreendimento diferenciado com menor dependência da evolução da renda interna bem como limitada concorrência em seu nicho de mercado, em condições normais da economia; (ii) O atraso nas obras e a saída do operador, além dos efeitos negativos óbvios no fluxo de Caixa projetado, agregaram inúmeras incertezas à operação do HOTEL, incluindo a aparente impossibilidade de cobertura do valor da primeira PMT, o que aumentou o risco da emissão, levando a um down grade de A para C ; (iii) cenário vem sendo gradativa e positivamente alterado, esperando-se a concretização de diversos eventos importantes até o final de 2017; (iv) garantia real superior em 334% ao valor da emissão, com base em liquidação forçada; (iv) fluxo de caixa projetado, em situação de stress test com receitas até 30% inferiores àquelas esperadas pela empresa, apresenta déficits pontuais administráveis.

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11/09/2017 LFRating deliberou por um down grade, de A para BBB, na classificação da 1° Revisão da emissão de debêntures da EBPH Participações S.A. – R$ 50 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 11.set.17, deliberou por um down grade, de A para BBB, na classificação da 1ª Revisão da emissão de debêntures da EBPH Participações S.A.. Os recursos captados foram destinados à aquisição de cerca de 14% de participação no LSH Fundo de Investimento em Participações, controlador integral e indireto do Hotel LSH. Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LFRating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (i) empreendimento diferenciado com menor dependência da evolução da renda interna bem como limitada concorrência em seu nicho de mercado, em condições normais da economia; (ii) O cenário no empreendimento hoteleiro foi fortemente prejudicado, com efeitos negativos sobre o fluxo de caixa, que poderiam, caso persistissem, inviabilizar o pagamento da emissão, o que elevou o risco da emissão da EBPH. (iii) O contexto vem sendo gradativa e positivamente alterado desde a profissionalização da Administração do Hotel, havendo a expectativa de ocorrência de diversos eventos positivos até o final de 2017; (iii) perfil de amortização da emissão da EBPH leva em conta o tempo necessário à maturação do empreendimento. 

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05/09/2017 LFRating atribuiu a classificação A+ à emissão de R$ 35 milhões em CCI da Domus Cia. Hipotecária, que tem como Devedora a Centro Empresarial Le Monde SPE Ltda..

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 05.set.17, confirmou a classificação A+, em caráter definitivo, à emissão de R$ 35 milhões em CCI da Domus Cia. Hipotecária, que tem como Devedora a Centro Empresarial Le Monde SPE Ltda.. Os recursos captados serão destinados basicamente ao término das obras de empreendimento imobiliário onde foram originados os recebíveis da operação, além do pagamento das despesas da emissão. Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LFRating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (i) Os recebíveis cedidos, que já foram originados, têm valor presente equivalente a 77% do valor da emissão da CCI, a serem realizados em prazo inferior ao da operação; (ii) a venda de apenas 20% das unidades em estoque no prazo de 24 meses, com repasse do saldo à instituição financeira no 12º mês a partir da compra, e a utilização de todo o saldo dos recebíveis para amortizações extraordinárias, permite a liquidação do saldo devedor na 24ª parcela, em jul.19; (iii) Como além da perda de vendas, a inadimplência é um fator crítico para os empreendedores, os itens anteriores crescem em importância por amenizarem os efeitos negativos que devem durar, pelo menos, até o fim de 2017. No entanto, podem amenizar esse efeito no empreendimento o fato de que a reduzida inadimplência então existente foi expurgada da carteira e o baixo volume de vendas necessário para pagar a operação, inclusive de forma antecipada.

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04/09/2017 Distrato Contratual da S.A. Correio Braziliense, operação de Debêntures – R$ 56 milhões.

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da S.A. Correio Braziliense, e retira a nota de classificação.




24/08/2017 LFRating confirmou o Rating ∈B para as cotas de classe única da primeira série emitidas pelo FIDC Multi Infra.

O Comitê de Risco de LFRating, em reunião realizada em 24.ago.17, confirmou o Rating ∈B para as cotas de classe única da primeira série emitidas pelo Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Multi Infra, no montante de até R$ 6 milhões (valor da cota de lançamento).

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17/08/2017 Distrato Contratual da Habitasec Securitizadora S.A. (Reserva Real Empreendimentos Imobiliários S.A.), operação de CRI da 1° Emissão – 29° e 30° Séries – R$ 37 milhões.

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da Reserva Real Empreendimentos Imobiliários S.A., operação de CRI da 1a Emissão - 29a e 30Séries, e retira a nota de classificação.


17/08/2017 Distrato Contratual da Design Resorts Empreendimentos Ltda. (Reserva Real Empreendimentos Imobiliários S.A.), operação de CCI – R$ 25 milhões.

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da Design Resorts Empreendimentos Ltda., operação de CCI, e retira a nota de classificação.






11/08/2017 LFRating e RISKcoop confirmaram a classificação B3+ para o risco de crédito da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Profissionais da Saúde das Regiões Metropolitanas da Baixada Santista e Grande São Paulo Ltda. – SICOOB UNIMAIS METROPOLITANA.

O Comitê de Risco de LFRating e do RISKcoop, em reunião realizada no dia 11 de agosto de 2017, confirmou a classificação B3+, em moeda nacional (R$), para o risco de crédito da UNICRED METROPOLITANA – Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Profissionais da Saúde das Regiões Metropolitanas da Baixada Santista e Grande São Paulo Ltda. - SICOOB UNIMAIS METROPOLITANA, ocasião em foram considerados aspectos estruturais, de gestão, operacionais e de suporte. A classificação B3+ indica boa condição geral de risco, com bases financeira e estrutural suscetíveis, no médio prazo, a mudanças conjunturais ou estruturais da economia.  No encerramento do ano de 2016 a UNIMAIS METROPOLITANA empregava 101 funcionários, possuía 8.545 cooperados e operava com doze postos de atendimento, que atuavam um total de 48 municípios do Estado de São Paulo. Em dezembro de 2016 a UNIMAIS METROPOLITANA operava com Ativos Totais equivalentes a R$ 429 milhões, Operações de Crédito de R$ 217 milhões, Depósitos Totais de R$ 351 milhões, Patrimônio Líquido de R$ 56 milhões, Liquidez de R$ 200 milhões e Índice de Basileia de 21,4%. Durante o exercício suas Receitas da Atividade alcançaram R$ 82 milhões e as Sobras Líquidas R$ 3,6 milhões.

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04/08/2017 LFRating atribuiu a classificação ∈A+, à emissão de CRI da Habitasec Securitizadora S.A., que tem como Devedora a SPE Araucária Loteamento S.A. – R$ 6,2 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 04.ago.17, confirmou a classificação ∈A+, em caráter definitivo, à emissão de R$ 6,2 milhões em CRI da Habitasec Securitizadora S.A., que tem como Devedora a SPE Araucária Loteamento S.A.. Os recursos captados serão destinados basicamente à aquisição de 9% do VGV do empreendimento imobiliário partícipe dessa operação, titularizado pelo proprietário anterior; (ii) à constituição do Fundo de Obras e Marketing, do Fundo de Despesas e do Fundo de Liquidez, e;  (iii) à aquisição de 18% das ações da SPE São José dos Campos. Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LFRating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (i) a garantia real representada por imóveis alcança cerca de 216,1% do valor da emissão com base no valor de liquidação forçada;  (ii) a existência do Fundo de Obras, que determina a liberação em parcelas, assegurando a existência de recursos para a construção;(iii) obra em andamento e sem dificuldade de implementação, o que ameniza o risco de construção, aspecto importante já que não existe folga entre o término da obra e o final da carência, e (iv) os resultados oriundos de stress tests realizados, demonstrando que o nível de suporte da operação está na realização de 65% da curva de vendas estimada pela empresa.

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04/08/2017 LFRating atribuiu a classificação ∈A+, à emissão de CRI da Habitasec Securitizadora S.A., que tem como Devedora a SPE Cerejeira Loteamento S.A. – R$ 6,2 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 04.ago.17, confirmou a classificação A+, em caráter definitivo, à emissão de R$ 6,2 milhões em CRI da Habitasec Securitizadora S.A., que tem como Devedora a SPE Cerejeira Loteamento S.A.. Os recursos captados serão destinados basicamente à aquisição de 9% do VGV do empreendimento imobiliário partícipe dessa operação, titularizado pelo proprietário anterior; (ii) à constituição do Fundo de Obras e Marketing, do Fundo de Despesas e do Fundo de Liquidez, e;  (iii) à aquisição de 18% das ações da SPE São José dos Campos. Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LFRating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (i) a garantia real representada por imóveis alcança cerca de 216,1% do valor da emissão com base no valor de liquidação forçada;  (ii) a existência do Fundo de Obras, que determina a liberação em parcelas, assegurando a existência de recursos para a construção;(iii) obra em andamento e sem dificuldade de implementação, o que ameniza o risco de construção, aspecto importante já que não existe folga entre o término da obra e o final da carência, e (iv) os resultados oriundos de stress tests realizados, demonstrando que o nível de suporte da operação está na realização de 65% da curva de vendas estimada pela empresa.

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03/08/2017 LFRating decidiu pelo downgrade na nota de classificação, A– para BBB, em segunda revisão de rating, para as Debêntures Simples emitidas por M.Invest Planejamento e Administração de Shopping Center S.A., no valor total de R$ 420 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating decidiu em 3.ago.17 pelo downgrade na nota de classificação, A- para BBB, em segunda Revisão de rating. Os títulos classificados são Debêntures Simples emitidos por M.Invest Planejamento e Administração de Shopping Center S.A., no valor total de R$ 420 milhões em duas tranches. Após a classificação original (mai.15), diante da predominância de fatores adversos, como por exemplo mudanças na estrutura original da operação e principalmente, retração do mercado financeiro, protagonizando consequências desfavoráveis na subscrição/colocação dos títulos emitidos, uma vez que passados dois anos da data de emissão das 42.000 Debêntures, apenas 40% foram subscritas, sendo somente 11% com recursos financeiros. Essas mudanças e outras situações adversas têm levado esta Agência a ser mais cautelosa quanto a manutenção da classificação original. O Fundo de liquidez, parte das garantias da operação ainda não foi constituído e certamente terá dificuldades de ser composto até o início dos compromissos de pagamento da 1ª série (jul.18), com os recursos previamente definidos na estrutura. Caso não seja formado até o início de pagamento das Debêntures da série, é esperado que a situação fique complexa do ponto de vista de garantia com liquidez imediata. Nesta segunda Revisão de classificação, o Comitê, também constatou que ainda não existem recebíveis cedidos à operação, compromisso assumido com os debenturistas. Neste caso, os recursos para pagamento das Debêntures serão provenientes do próprio Caixa da emitente, se utilizando de recursos não previamente definidos na estrutura original da operação. Assim, LFRating entende tal como um aumento no risco da operação, alterando o que foi originalmente estruturado.

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31/07/2017 LFRating atribuiu a classificação A ao risco de crédito das CCI de emissão da Domus Companhia Hipotecária, que tem como Devedora a CLB Investimentos Imobiliários S.A.– R$ 12,661 milhões.

Em jan.14, o Comitê de Risco de LFRating atribuiu a classificação A, em moeda nacional, em caráter definitivo, ao risco de crédito das CCI de emissão da Domus Companhia Hipotecária no montante de R$ 10.130 mil. As Cédulas eram representativas dos direitos creditórios imobiliários decorrentes de Contrato de Mútuo com finalidade Imobiliária, firmado com a CLB Investimentos Imobiliários S.A., única empresa de propriedade da Sanford Tecnologia em Construções Ltda., e única acionista da Quatro Ilhas Incorporações S.A., esta constituída com a finalidade específica de desenvolver a incorporação do empreendimento imobiliário denominado Residencial Quatro Ilhas. Entretanto, a operação original de emissão das CCI passou por problemas e não conseguiu arcar com os compromissos de pagamento que seriam iniciados em jun.16. Após longo período de negociação (jun.16 a abr.17) foi definida uma nova estrutura. Registre-se que as regras iniciais de pagamento das CCI não foram cumpridas pela emitente em tempo hábil, tendo que recorrer a outros meios de financiamento para a conclusão das obras de duas Torres em um total de quatro. Em abr.17 foi realizado o Primeiro Aditamento ao Instrumento Particular da Emissão das CCI, ocasião em que várias alterações foram formalizadas na estrutura da emissão, com destaque para o cancelamento de uma segunda tranche, reduzindo o volume financeiro original, nova data de emissão e dilatação no prazo de vencimento dos títulos. Com base nessas e outras mudanças, O Comitê de Risco de LFRating decidiu por uma nova classificação por não se tratar de uma revisão daquela classificação conferida em jan.14 e confirmada em duas Revisões seguintes, mas sim de uma nova emissão, com características diferentes, ainda que, no conjunto, tenha a mesma classificação de risco. Dessa forma, em reunião realizada no dia 31.jul.17, atribuiu a classificação A, em caráter definitivo e em moeda nacional, ao risco de crédito das CCI de emissão da Domus Companhia Hipotecária. Além das alterações acima mencionadas, outras garantias além das anteriores que permaneceram, outras foram adicionadas como a cessão fiduciária de determinados direitos creditórios a serem originados da comercialização das unidades das quatro torres, respeitando as determinações do 1º Aditamento e contas vinculadas com regras para a retenção de recursos que de certa forma, são favoráveis ao compromisso financeiro da emissão, mitigando o risco de desvio de fluxo direcionado ao repagamento dos títulos. No entanto, a adimplência depende da obtenção de êxito comercial, especialmente na conclusão de mais duas Torres, vendas que serão propulsoras para o devido cumprimento das obrigações. Assim, uma parte substancial do risco está ligada à capacidade gerencial e financeira da CLB realizar os investimentos nos cronogramas planejados.

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26/07/2017 LFRating confirmou a classificação A+ à emissão de debêntures da Xmasseto Participações S. A., com valor nominal total de R$ 40 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 26.jul.17, confirmou, em caráter definitivo, a classificação A+, em moeda local, à emissão de debêntures da Xmasseto Participações S. A.. A emitente é uma SPE com participação societária indireta no capital da ATG Americas Trading Group S.A., empresa que está na fase de implementação do projeto de uma nova bolsa de valores (NBV) no País assim como de uma clearing. A classificação mencionada reflete a percepção da LFRating do baixo risco de inadimplência esperada, envolvendo fatores como: (i) O formato bullet para a amortização do saldo devedor, associado à carência de 36 meses para o primeiro pagamento dos juros. Como esse pagamento é feito anualmente, o desembolso ocorrerá somente no 48º mês, o que reduz o risco de inadimplência por atraso no início da operação da NBV; (ii) o encaminhamento avançado do desenvolvimento tecnológico, o cumprimento das exigências da CVM e do BACEN, além da intervenção do CADE,  concorreram inegavelmente para que venha sendo gradativamente reduzido o risco do negócio ser malsucedido na sua implantação; (iii) o prazo longo da operação dificulta a previsibilidade do comportamento das variáveis que afetam o comportamento dos negócios, como taxas de juros e nível de atividade econômica, fatores que podem prejudicar a evolução do negócio e, por conseguinte, o pagamento das PMT.

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25/07/2017 Distrato Contratual da RB Capital Companhia de Securitização S.A..

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da RB Capital Companhia de Securitização S.A. e retira a nota de classificação.




10/07/2017 LFRating decidiu por um downgrade, BBB para BB+, à 1° emissão de Debêntures da Alubam Participações S.A., no valor nominal total de R$ 62 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating se reuniu em 10.jul.17 e decidiu por um downgrade de BBB para BB+, em moeda nacional, à 1ª emissão de Debêntures Simples com Garantia Real da ALUBAM PARTICIPAÇÕES S.A., no valor nominal total de R$ 62 milhões pelo prazo de dez anos. O Comitê estabeleceu que a próxima quinta Revisão será realizada até jan.18. A decisão sobre a nova classificação teve como base os fatos ocorridos na operação, na emitente e na conjuntura nacional até a presente data. Cabe lembrar que, excepcionalmente, em terceira Revisão, foi decidido que, diante das condições apresentadas, a quarta Revisão seria realizada no máximo até jan.17, o que não ocorreu por atraso no envio de informações necessárias e importantes para a devida atualização da nota de classificação. A partir da segunda Revisão de classificação identificamos dificuldades da operação em honrar seus compromissos, em função das fragilidades apresentadas pela ALUBAM. Elas colocavam em risco os compromissos seguintes, por isso estavam sendo alvo de ajustes para amenizar seus efeitos sobre a operação. Nas condições atuais (quarta Revisão), apesar dos aportes de novos acionistas e em dia com as obrigações de repagamento das DBS, a ALUBAM ainda não demonstra condições de arcar com as obrigações da operação na forma de pagamento definida legalmente, por registrar Prejuízos elevados e Patrimônio Líquido Negativo. Em função disso, LFRating continuará estreitando o monitoramento da operação e realizará a próxima Revisão em até seis meses (até jan.18), ou na forma de Ação de Rating, caso mecanismos alternativos sejam incorporados à emissão.

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04/07/2017 LFRating comunica a liquidação antecipada das CCIs emitidas por Ginco Urbanismo Ltda..

LFRating comunica que em 31 de maio de 2017 houve a liquidação antecipada das Cédulas de Crédito Imobiliário - CCIs emitidas por Ginco Urbanismo Ltda. com valor nominal de R$ 19,5 milhões. A operação foi encerrada com a nota AA, na escala de rating de LFRating. Em vista deste fato, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da operação.






26/06/2017 Distrato Contratual da Brax Investimentos Ltda..

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da Brax Investimentos Ltda. e retira a nota de classificação.



21/06/2017 LFRating confirmou em A+, Perspectiva Neutra, a classificação para o risco de crédito do BANESTES.

O Comitê de Risco de LFRating, em reunião realizada no dia 21 de junho de 2017, manteve em A+, Perspectiva Neutra, a classificação em moeda nacional (R$) do risco de crédito do Banco Estado do Espírito Santo S.A. – BANESTES. Organizado sob a forma de banco múltiplo, o Banco desenvolve operações de crédito comercial, rural, industrial, imobiliário, arrendamento mercantil, administração de cartão de crédito, programa de alimentação ao trabalhador e câmbio. Através de suas controladas, realiza ainda operações nas áreas de seguros, distribuição/intermediação de valores e administração de recursos de terceiros. Empresa de capital aberto desde julho de 1977 e controlado pelo Governo do Estado do Espírito Santo, o BANESTES possuía em 31 de março de 2017 uma base de clientes equivalente a 1.038 mil pessoas físicas e 61 mil pessoas jurídicas, o que elevou o número de contas correntes para 735 mil e o de contas poupança para 538 mil. Como consequência, nos três primeiros meses do ano, o volume de operações bancárias em canais eletrônicos atingiu 15 milhões de transações, crescendo 5,3% sobre igual período de 2016. Em paralelo, no aplicativo BANESTES Celular foram registradas 5,61 milhões de transações no período. O Banco atua basicamente no Estado e opera com um total de 2.628 funcionários concursados e uma rede de 131 agências, 24 Postos de Atendimento (PAs), 250 Postos de Atendimento Eletrônico (PAEs) e 376 Correspondentes, num total de 781 pontos de atendimento. Em 31 de março de 2017 o Banco trabalhava com Ativos da ordem de R$ 21.034 milhões, Patrimônio Líquido de R$ 1.287 milhões, Operações de Crédito de R$ 3.277 milhões, Depósitos Totais de R$ 9.728 milhões e Índice de Basiléia de 18,5%. Durante os três primeiros meses de 2017 o BANESTES suas Receitas Financeiras elevaram-se a R$ 780 milhões e o Lucro Líquido a R$ 38 milhões, o que resultou em Margem Líquida de 4,9% e Rentabilidade Patrimonial Anualizada de 14%.​

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21/06/2017 LFRating comunica a liquidação antecipada das CCI emitidas por VIC 02 Empreendimentos Ltda. (C&C Casa e Construção Ltda.).

LFRating comunica que em 21 de junho de 2017 houve a liquidação antecipada das Cédulas de Crédito Imobiliário - CCI emitidas por VIC 02 Empreendimentos Ltda. (C&C Casa e Construção Ltda.), com valor de R$ R$ 3,3 milhões. A operação foi encerrada com a nota AA, na escala de rating de LFRating. Em vista deste fato, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da operação.


20/06/2017 LFRating decidiu por um downgrade, de A+ para A, na classificação da 3° Revisão da emissão de debêntures da Xnice Participações S. A. – R$445 milhões.

Em reunião realizada em 20.jun.17, o Comitê de Risco da LFRating, decidiu por um downgrade, de A+ para A, na classificação da 3ª Revisão da emissão de debêntures da Xnice Participações S.A.. A emitente é uma SPE com participação societária no capital da ATG Americas Trading Group S.A. empresa que está na fase de implementação do projeto de uma nova bolsa de valores no País assim como de uma nova câmara de compensação de ativos.  A classificação mencionada reflete a percepção da LFRating do baixo risco de inadimplência esperada, envolvendo fatores como: (i) o avanço no cronograma de trabalho da Tata Consulting, que já se aproxima da fase de testes que, uma vez finalizados, assegurarão a independência tecnológica e operacional em relação a terceiros; (ii) o avanço do desenvolvimento tecnológico, o cumprimento das exigências da CVM e BACEN, além da intervenção do CADE, que vem contribuindo para a redução do risco do negócio ser malsucedido na sua implantação, e (iii) em função do atraso no lançamento da Nova Bolsa, a ocorrer em set.18, há um gap entre o início da geração de caixa e o pagamento da primeira PMT anual de juros, em jun.18, que deverá ser coberto por recursos cuja fonte não está prevista na estrutura da operação. 

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19/06/2017 LFRating determinou um down grade, de B para D, na classificação da emissão de CCI da FML Empreendimentos Imobiliários e Participações Ltda, mediante a Ação de Rating.

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 19.jun.17, determinou um downgrade, de B para D, mediante Ação de Rating, da emissão de CCI da FML Empreendimentos Imobiliários e Participações Ltda., no valor de R$ 1.450 mil. Trata-se de empresa voltada a incorporações, empreendimentos e loteamentos imobiliários, sendo que a principal atividade está centrada nas empresas ligadas, Chutney do Brasil Assessoria Empresarial Ltda. (CHUTNEY), que participa da operação e exerce a atividade de procurement para diversas empresas de grande porte no Brasil e no exterior. Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LF Rating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (i) a inadimplência no pagamento das PMTs vencidas em mai. e jun.17, sendo esta a última parcela; (ii) o desenquadramento do saldo do Fundo de Liquidez, cujo saldo é zero; (iii) as adversidades na conjuntura econômica, especialmente no setor de atuação da CHUTNEY, infraestrutura e óleo e gás, que vieram aumentando, gradativamente, o risco da operação.


14/06/2017 LFRating confirmou a classificação A, em primeira revisão, à emissão de CCBs emitidas por Companhia Águas de Itapema, no montante nominal de R$ 43 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating, em reunião realizada em 23.mai.17, em primeira revisão, confirmou a classificação A, originalmente concedida em 14.jun.16, a seis CCB emitidas por Companhia Águas de Itapema, no montante nominal de R$ 43 milhões, com vencimento previsto até dez.19. Os recursos foram direcionados para melhoria dos serviços de distribuição de água e implantação do tratamento de esgotos da área urbana da cidade de Itapema-SC. A concessão foi formalizada por Contrato de Concessão Plena n° 97/04, em abr.04 com a Prefeitura Municipal, com a ITAPEMA assumindo a responsabilidade da exploração outorgada por concessão dos serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto da cidade, com prazo inicial até 2029 (25 anos), que foi ampliado em dez.15 para 2044 (40 anos). As CCB foram emitidas em set.06 e nov.06 e o monitoramento anual da operação, até 2015, não foi realizado por LFRating. Dessa forma, em atendimento ao dispositivo contratual, a partir de jun.16 atribuímos nota para emissão em caráter definitivo, com base em documentos e informações recebidas pela emitente e Agentes externos, que também fazem parte da estrutura da operação, com a determinação de realizar revisões da classificação a cada 12 meses. LFRating deu continuidade nas avaliações das obrigações definidas nos documentos legais, principalmente no que se refere a ocorrência de alterações no contrato de CONCESSÃO, às informações operacionais da emitente, às características do setor e aos aspectos econômicos e conjunturais, que podem impactar o fluxo normal de repagamento das CCB. Para esta primeira Revisão o analista-relator se baseou em informações prestadas pela ITAPEMA consideradas válidas e representativas de boas intenções para a formação de nossa opinião.

Adimplência e preservação das garantias: para a operação, ainda que não tenham ocorrido imprevistos relevantes nestes 13 anos de vigência, nada pode garantir que o período restante (de médio prazo), não esteja sujeito às naturais mudanças no cenário econômico e político. Até a data de realização do Comitê, todas as obrigações (PMT) da ITAPEMA tinham sido atendidas, não havendo inadimplemento. A estrutura da operação contempla um Fundo de Liquidez que busca mitigar dificuldades ocasionais no fluxo mensal esperado. São três PMT reservadas com saldo de R$ 4,5 milhões em mai.17 e um saldo devedor da operação de R$ 40,2 milhões (dez.16). O nível de inadimplência por conta dos usuários é baixo (2,5%), o que não compromete o fluxo de recursos na conta vinculada à operação e o respectivo pagamento às CCB.

Conjuntura Econômica: embora a operação já tenha se consolidado, uma vez que são transcorridos 2/3 da data de emissão, a expectativa pouco satisfatória para a conjuntura atual (e a dos próximos anos) é um fator restritivo da nota, uma vez que o período restante estará sujeito a naturais mudanças no cenário econômico e político, que possuem potencial de afetar a renda dos usuários em sua área de concessão.

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14/06/2017 LFRating atribuiu a classificação A à 1° emissão de Debêntures Simples, Não Conversíveis em Ações, para Pacer Transporte e Logística S.A., no valor nominal total de R$ 24 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating, em reunião realizada no dia 14.jun.17, atribuiu a classificação A, em caráter definitivo e em moeda nacional, à 1ª emissão de Debêntures Simples, Não Conversíveis em Ações, da Espécie Quirografária com Garantia Real série única, para distribuição pública pela Instrução CVM 476/09 da Pacer Transporte e Logística S.A., no valor nominal total de R$ 24 milhões, por um prazo de sete anos, com a emissão de 2.400 DBS, ao valor unitário de R$ 10 mil. Para todos os fins e efeitos legais, a data de emissão das DBS será 13.abr.17 e vencimento em 13.abr.24, com um prazo de carência inicial de 24 meses para amortização do valor principal e pagamento dos juros. A estrutura da emissão foi elaborada pela Roca Investimentos, tendo ainda as participações dos agentes externos: Planner Trustee DTVM Ltda., como agente fiduciário; Banco Arbi S.A., na prestação de serviços de depositário das Debêntures;  Banco Itaú S.A., nas funções de liquidante e escriturador; Orla DTVM S.A., na qualificação de coordenador líder, e os Intervenientes Garantidores os Srs: Alexandre Bichara Caldas e Luciano Guedes de Mello Costa, ambos residentes e domiciliados em São Paulo-SP. Os recursos captados serão destinados a investimentos, quitação de dívida onerosa e ao reforço de capital de giro, em menor parcela. A PACER tem sede em São Paulo-SP e foi fundada em 2003 como empresa de Consultoria, Outsourcing e Planejamento em Logística. Nos anos seguintes se tornou uma das principais referências do setor no Rio de Janeiro, além de se expandir para outros estados vizinhos. A partir de 2010 iniciou o processo de expansão para outras regiões/estados, começando por São Paulo com a instalação de seis unidades de armazenagem de mercadorias e a criação das atividades de transporte de cargas fracionadas e operações logísticas. Nos anos seguintes ampliou ainda mais os serviços com a abertura de filiais nas Regiões Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Ao final de 2012, já operando em escala nacional, mantinha mais de 30 unidades de prestação de serviços. Cabe ressaltar que, diante da expansão territorial, o Faturamento da PACER passou de R$ 21,1 milhões em 2013 para R$ 45,5 milhões em 2016. As garantias da operação são representadas por: a) Cessão Fiduciária de Direitos Creditórios, presentes e futuros, depositados em conta vinculada, oriundos da prestação de serviços de logística e armazenagem, limitados a um percentual do saldo devedor da operação; b) Fundo de Liquidez, a ser constituído no montante equivalente a duas PMT, com o seguinte cronograma: a primeira PMT deverá estar constituída até o 12º  mês e mantida até o 22º mês, a contar da data de emissão, e a segunda será constituída a partir do 12o mês e até o 22o mês, também a contar da data de emissão das DBS. As duas parcelas ficarão retidas em conta vinculada até o término do pagamento das obrigações garantidas. Em caso de não cumprimento das obrigações, através de covenants a serem apurados ao final de cada exercício, nova PMT será adicionada à aplicação garantidora. O Fundo de Liquidez será composto com recursos de direitos creditórios da emitente, de empresas do grupo, ou até mesmo recursos próprios, transferidos em moeda corrente diretamente para a CV, e c) Alienação Fiduciária da totalidade das ações de titularidade dos INTERVENIENTES nos termos do Contrato de Alienação Fiduciária de Ações, em favor da PLANNER, na qualidade de representante dos Debenturistas.

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06/06/2017 LFRating atribuiu a classificação A– à emissão de Debêntures Mercantti Empreendimentos e Participações SPE S.A..

O Comitê de Risco da LFRating, em reunião realizada no dia 06.jun.17, confirmou a classificação A-, em caráter definitivo, à emissão de Debêntures da Mercantti Empreendimentos e Participações SPE S.A.. Os recursos serão destinados à aquisição de imóvel já desmembrado em 146 lotes (denominados, em conjunto, como Loteamento Toscana II) e à estrutura de vendas do empreendimento. Essa nota reflete: (i) A garantia imobiliária inicial é da ordem de 83% do valor da emissão, com base no VL. No entanto, com a substituição prevista, esse percentual será superior em cerca de 140% ao valor da emissão, também com base no VL; (ii) a obra não tem maiores dificuldades de implementação, além da expertise da incorporadora; (iii) existência de uma apólice de seguros de obra feita pela incorporadora em favor da Prefeitura de Vespasiano, que agrega segurança em relação ao término da obra; (iv) os recebíveis não estão originados ou performados e embora a carência estabelecida guarde sintonia com o ritmo e prazo esperados de retomada da economia, não há como precisar quando ocorrerá a reversão do quadro econômico atual, determinando um risco mais elevado de que as vendas ocorram em cadência inferior à pretendida.

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05/06/2017 Distrato Contratual da Bridge Administradora de Recursos Ltda..

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da Bridge Administradora de Recursos Ltda. e retira a nota de classificação.



31/05/2017 LFRating confirmou em A+, Perspectiva Neutra, a classificação para o risco de crédito do BANESTES.

O Comitê de Risco de LFRating, em reunião realizada no dia 31 de maio de 2017, manteve em A+, Perspectiva Neutra, a classificação em moeda nacional (R$) do risco de crédito do Banco Estado do Espírito Santo S.A. – BANESTES. Organizado sob a forma de banco múltiplo, o Banco desenvolve operações de crédito comercial, rural, industrial, imobiliário, arrendamento mercantil, administração de cartão de crédito, programa de alimentação ao trabalhador e câmbio. Através de suas controladas, realiza ainda operações nas áreas de seguros, distribuição/intermediação de valores e administração de recursos de terceiros. Empresa de capital aberto desde julho de 1977, o BANESTES é controlado pelo Governo do Estado do Espírito Santo, atua basicamente no Estado e opera com um total de 2.638 funcionários concursados e uma rede de 131 agências, 27 Postos de Atendimento (PAs), 249 Postos de Atendimento Eletrônico (PAEs) e 379 Correspondentes, num total de 786 pontos de atendimento. Em 31 de dezembro de 2016 o Banco trabalhava com Ativos de R$ 25.648 milhões, Patrimônio Líquido de R$ 1.297 milhões, Operações de Crédito de R$ 3.257 milhões, Depósitos Totais de R$ 9.425 milhões e Índice de Basiléia de 18,8%. Durante o exercício de 2016 o BANESTES apurou Receitas Financeiras de R$ 2.908 milhões e Lucro Líquido de R$ 166 milhões, o que resultou em Margem Líquida de 5,7% e Rentabilidade Patrimonial de 14,3%.​

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18/05/2017 LFRating confirmou a classificação ϵA+ às Debêntures Simples emitidas por Ático Empreendimentos e Participações S.A., no valor de R$ 2 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating, em reunião de quarta revisão de rating, realizada no dia 18.mai.17, CONFIRMOU, por mais 12 meses,  a classificação ϵA+, em moeda local, às Debêntures Simples emitidas por Ático Empreendimentos e Participações S.A., no valor de R$ 2 milhões. Em 12.ago.15 ocorreu uma cisão parcial na emissora, transferindo todos os direitos e obrigações das debêntures para a Ático Investimentos e Participações S.A. (ÁTIP). A emissão destas debêntures tinha o objetivo primário de obter recursos para as obras de reforma da nova sede da empresa no Centro do Rio de Janeiro. As obras foram concluídas em 2014.

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16/05/2017 LFRating atribuiu a classificação BBB à emissão de CCI da Domus Cia. Hipotecária, que tem como devedora a Terras Empreendimentos Imobiliários SPE 04 Ltda..
O Comitê de Risco da LFRating, em reunião realizada no dia 16.mai.17, confirmou a classificação BBB, em caráter definitivo, à emissão de CCI da Domus Cia. Hipotecária e que é representativa de créditos oriundos de emissão de CCB pela Terras Empreendimentos Imobiliários SPE 04 Ltda. Os recursos foram integralmente captados e destinados ao desenvolvimento e finalização do empreendimento imobiliário denominado Solar dos Lagos II (SOLAR), localizado em Bonito-MS. Essa nota reflete: (i)  O fluxo de recebíveis existentes, já associado aos futuros direitos creditórios oriundos das vendas projetadas pela empresa, não se revelam suficientes para pagar o fluxo de PMT da operação, quer pela velocidade esperada das vendas, quer pelo fato do prazo de financiamento das unidades exceder em muito o prazo da operação, jogando boa parte do fluxo para recebimento após o fim previsto da operação. Para minimizar isso, a estrutura original da emissão já contemplava um processo de venda da carteira de recebíveis antes do vencimento da primeira PMT, permitindo que todo o montante obtido pudesse ser efetivamente utilizado no pagamento da parcela; (ii) essa estratégia está indissoluvelmente ligada à realização da velocidade projetada das vendas, o que agrega sensível risco à operação uma vez que se trata de uma projeção sem muita base estatística, pela falta de parâmetros recentes. Especialmente em situação de conjuntura desfavorável como a atual, a demanda por imóveis é direta e negativamente afetada, com elevação de inadimplência e o registro de distratos. Por isso, há que se considerar a possibilidade de vendas inferiores às projetadas; (iii) A garantia representada por imóveis é superior em cerca de 262% ao saldo devedor de jan.17.
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12/04/2017 LFRating em nona Revisão de classificação, confirmou a nota ԑBB para a emissão estruturada do CRI da 290° série da 1° emissão da Brazilian Securities (DLD Comércio Varejista Ltda.), no valor de R$ 75,9 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating, em reunião realizada em 12.abr.17, em nona Revisão de classificação, confirmou a nota ԑBB, em moeda nacional, para a emissão estruturada dos Certificados de Recebíveis Imobiliários da 290ª série da 1ª emissão da Brazilian Securities, com data de vencimento para dez.22, em regime fiduciário, com lastro em uma CCI emitida pelo Treviso Fundo de Investimento Imobiliário-FII, representativa de créditos imobiliários derivados de Contrato de Locação pelo prazo de 15 anos celebrado entre o TREVISO e a DLD Comércio Varejista Ltda., em processo de Recuperação Judicial, que se constitui na principal pagadora, tendo como fiador Dadalto Administração e Participações Ltda.  O histórico de progressivos downgrades na classificação, que reduziu a nota original ԑA para ԑBB na sexta Revisão (nov.15) e confirmada nesta nona Revisão, teve origem em uma sequência de eventos preocupantes, como o fato de uma operação com compromissos de longo prazo (dez anos) ter sua principal devedora apresentado fragilidade em sua estrutura financeira e fraco desempenho de resultados já no segundo ano após a emissão dos títulos.  Com a evolução das dificuldades internas e a forte retração de vendas do comércio varejista, o pedido de Recuperação Judicial (out.15) foi apresentado à Justiça de Vitória-ES.  A confirmação da classificação ԑBB nesta nona revisão reflete ainda um quadro de expectativas incertas, apesar de propostas de mudanças com objetivo de reduzir o risco de crédito da operação com alienação de imóveis, ainda não efetivada e reescalonamento das PMT com redução de 50% do valor a ser pago nas 36 parcelas a partir de out.16, inclusive, e compensadas no período final da operação. Fica evidente nesta nona revisão que a empresa chegou no limite financeiro para pagamento da operação. Entretanto, mesmo com os ajustes na forma de pagamento, com certo alívio no curto prazo, a DADALTO continuará com sérias dificuldades para honrar as obrigações assumidas, especialmente por conta da conjuntura desfavorável.

 

 

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07/04/2017 Distrato Contratual da ZH Operações S.A..

A partir desta data estamos descontinuando o rating das Debêntures Simples no valor de R$ 200 milhões da ZH Operações por não ter sido lançada, ou sequer sido registrada na CETIP ou CVM.





28/03/2017 Ação de Rating Setah Operações S.A..

A Setah Operações S.A. emitiu Debêntures Simples no montante efetivo de R$ 89.282.926,00, que não tinham destinação específica, mas deveriam ser usados na expansão da rede de lojas do Grupo. As condições econômico-financeiras e operacionais da empresa eram notórias, a partir da análise de mercado, da conjuntura, dos balanços auditados, do histórico de crescimento do Faturamento, mesmo em épocas de crise de emprego e renda, da regularidade no pagamento das PMT e a disciplina quanto aoscovenants e amenizadores de risco. Esta Ação de Rating 1 é uma notificação de alteração da classificação obtida no Relatório de Segunda Revisão e será válido até a terceira Revisão do rating. A decisão por um expressivo  downgrade de AA- para D foi tomada na reunião do Comitê no dia 28.mar.17, em função das notícias veiculadas pela imprensa local e Agente Fiduciário, já que não foi possível o contato com os emissores, que tiveram telefones e site na web desativados. As notícias davam conta de fechamento de uma grande quantidade de lojas, demissão de funcionários, esvaziamento de produtos nas lojas, não pagamento aos fornecedores e solicitação de resgate antecipado dos títulos. Esta Agência não recebeu qualquer comunicado sobre essa situação, sem conseguir explicar a rápida deterioração das muito boas condições verificadas em sua estrutura financeira e operacional vigentes até nov.16, quando uma outra captação foi feita com o mesmo objetivo e os títulos classificados.

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27/03/2017 LFRating manteve a classificação D na 5° Revisão da emissão de CCIs da Portbello Holding e Participações S.A. – R$ 55 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 27.mar.17, manteve a classificação D na 5ª Revisão da emissão de CCIs da Portbello Holding e Participações S.A., no valor de R$ 55 milhões. Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LFRating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (i) enquadramento da emitente no Valor Mínimo de Garantia Global equivalente a 110% do saldo devedor; (ii) inadimplência no pagamento da 1ª PMT, vencida desde 05.fev.17 e o contexto político-econômico que ainda vem afetando a demanda por lotes industriais e por galpões, perfil do empreendimento da operação, (iii)  ausência de recursos relativos ao Valor Mínimo de Garantia; (iv) dificuldades apresentadas pela empresa com relação à liquidação dos compromissos nos prazos exigidos.

 

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20/03/2017 LFRating decidiu por um downgrade, de A para A–, na classificação da 1° Revisão da emissão de CCI da Design Resorts Empreendimentos Ltda. (Reserva Real), no montante de R$ 25 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating em reuniões realizadas nos dias 11, 15 e 20.mar.17 decidiu por um downgrade, de A para A-, na classificação da 1ª Revisão da emissão de CCI da Design Resorts Empreendimentos Ltda., no montante de R$ 25 milhões. A LFRating teve como fatores que suportaram sua percepção de risco ao nível da classificação mencionada, entre outros: (a) o prazo de carência terminará em 08.mai.17, restando pouco mais de 60 dias para a definição da nova emissão que, se bem-sucedida, poderá permitir o aumento do prazo de carência para a operacionalização do ingresso de recursos. Caso contrário, a emissão poderá, até, ser novamente alterada em suas características, visando eventual adequação às novas condições de atratividade para o mercado; (b) A Razão de Garantia de Imóveis está enquadrada, com 177,6% do saldo devedor em jan.17, com base em Laudos de ago.15, já considerando o compartilhamento de garantias e o critério de liquidação forçada, quando o mínimo estabelecido é de 100%, e; (c) o desenvolvedor do empreendimento deverá ser substituído, já havendo tratativas nesse sentido com “expoente” do setor, que já manifestou interesse, aspecto que, juntamente com a disponibilidade dos recursos a partir da nova emissão, agregará segurança no que se refere ao término do empreendimento como um todo e não somente dos loteamentos já entregues ou em vias de serem finalizados.

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20/03/2017 LFRating decidiu por um downgrade, de A para A–, na classificação da 1° Revisão da emissão de CRIs da Habitasec Securitizadora S.A. (Reserva Real), no montante de R$ 37 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating em reuniões realizadas nos dias 11, 15 e 20.mar.17 decidiu por um downgrade, de A para A-, na classificação da 1ª Revisão da emissão de CRIs da Habitasec Securitizadora S.A., no montante de R$ 37,0 milhões, sendo 80% representado por CRI Seniores e 20% por CRI Juniores. A LFRating teve como fatores que suportaram sua percepção de risco ao nível da classificação mencionada, entre outros: (a) o prazo de carência terminará em 08.mai.17, restando pouco mais de 60 dias para a definição da nova emissão que, se bem-sucedida, poderá permitir o aumento do prazo de carência para a operacionalização do ingresso de recursos. Caso contrário, a emissão poderá, até, ser novamente alterada em suas características, visando eventual adequação às novas condições de atratividade para o mercado; (b) a Razão de Garantia de Imóveis está enquadrada, com 163% do saldo devedor de jan.17, com base em Laudos de jun.16, já considerando o compartilhamento de garantias e adotando o critério de liquidação forçada (70% do valor de mercado), quando o mínimo estabelecido é de 100% e, (c) o desenvolvedor do empreendimento deverá ser substituído, já havendo tratativas nesse sentido com “expoente” do setor, que já manifestou interesse, aspecto que, juntamente com a disponibilidade dos recursos a partir da nova emissão, agregará segurança no que se refere ao término do empreendimento como um todo e não somente dos loteamentos já entregues ou em vias de serem finalizados.

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14/03/2017 LFRating confirmou a classificação ∈AA– na 3° Revisão da emissão de CRI da SCCI – Securitizadora de Créditos Imobiliários, tendo como devedora a Nova Colorado S.A. – R$ 36,2 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 14.mar.17, confirmou a classificação AA- na 3ª Revisão da emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) da SCCI - Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A., no montante de R$ 36,2 milhões, tendo como devedora a Nova Colorado S. A.. Os recursos captados foram destinados ao financiamento das obras de implantação de três empreendimentos imobiliários residenciais localizados no Estado de Pernambuco, cujos lançamentos ocorreram em 2013 e a entrega em set/out.17. Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LF Rating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (a) A operação está enquadrada na Razão de Garantia com 144,63% do saldo devedor; (b) o saldo do FLIQ superior aos 5% do saldo devedor, conforme estabelecido; (c) a adimplência em relação às 33 PMTs com vencimentos entre jun.14 e fev.17; (d) os empreendimentos foram entregues e têm elevado volume de unidades vendidas.

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13/03/2017 LFRating decidiu por um downgrade, de A+ para A, na classificação da 3° Revisão da emissão de debêntures da São Francisco Empreendimentos Imobiliários S. A.– R$ 51,2 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada no dia 13.mar.17, decidiu por um downgrade, de A+ para A, na classificação da 3ª Revisão da emissão de debêntures da São Francisco Empreendimentos Imobiliários S.A.. Essa nota reflete a percepção da LFRating do baixo risco de inadimplência esperada, envolvendo fatores como: (i) em lugar dos 30 meses originalmente previstos, há um gap de 16 meses entre abr.17, quando se espera já ter sido inaugurado o empreendimento, e ago.18, quando do pagamento da emissão; (ii) o sucesso na locação passa, necessariamente, pela recuperação da economia, para a qual se espera melhorias ao longo do 2º sem.17, de forma paulatina, segundo as melhores estimativas dos especialistas; (iii) como a operação é não performada, a realização de uma nova emissão é dependente do volume de recebíveis a serem gerados e que serão cedidos à emissão, muito embora possa ser estabelecido um prazo de carência adequado às expectativas para o surgimento de novos direitos creditórios; (iv) espera-se que em condições normais da economia, aquele gap possa ser suficiente para a locação das lajes do empreendimento.

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08/03/2017 LFRating, mediante uma Ação de Rating, decidiu por um downgrade, de A para C, na classificação da emissão de debêntures da LSH Barra Empreendimentos Imobiliários S.A., no valor de R$ 50 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 8.mar.17, decidiu por um down grade, de A para C, na classificação da emissão de R$ 50 milhões em debêntures da LSH Barra Empreendimentos Imobiliários S.A.. Nesta Ação de Rating, a classificação atribuída teve por base uma percepção de risco baseada nos seguintes fatores, entre outros:  (i) empreendimento que apesar de diferenciado, com menor dependência da evolução da renda interna bem como limitada concorrência em seu nicho de mercado, já conta com a concorrência de dois outros hotéis similares, em plena operação; (ii) em dez.16 foi anunciado o rompimento do contrato com a Trump Organization, ao mesmo tempo em que as informações davam conta do grande atraso existente nas obras, que adiavam a plena operação do Hotel somente para abr.17. Esses aspectos, além dos óbvios efeitos negativos sobre o fluxo de caixa projetado, agregam inúmeras incertezas à operação do Hotel, tendo em vista a necessidade de preservar a atuação no nicho de mercado escolhido, mas com outra operadora, sendo que o período de escolha e assunção da mesma não é conhecido, num momento em que a taxa de ocupação da rede hoteleira na cidade tem ficado aquém do esperado pelo setor. (iii) a primeira PMT, que embutirá os juros relativos ao período de carência e início de amortização, deverá ser paga em mai.17, seguindo-se pagamentos mensais, e não há Fundo de Liquidez ou Conta Vinculada que possa assegurar a cobertura parcial ou mesmo total do pagamento. Assim, houve expressiva elevação do risco da emissão, até por que o stress test realizado indica necessidades adicionais de recursos em 2017/18 em patamares que não devem ser cobertos pelo saldo de caixa.

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02/03/2017 LFRating atribuiu a classificação ∈AA– à 1° emissão de CRI da SCCI Securitizadora de Créditos Imobiliários, que tem como cedente das CCI a Nova Colorado S.A.– R$ 30,9 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating, em reunião realizada no dia 02.mar.17, confirmou a classificação AA- , em caráter definitivo, à 1ª emissão de CRI, 32ª, 33ª e 34ª séries da SCCI Securitizadora de Créditos Imobiliários, cujo lastro é composto por CCI cedidas pela emitida pela Nova Colorado S.A. e que é representativa de créditos oriundos de contratos de compra e venda de quatro empreendimentos imobiliários. Os recursos da emissão serão destinados ao pré-pagamento de CCB, à constituição de um Fundo de Obras, à formação de um Fundo de Reserva, a constituição de reserva para pagamento das despesas do patrimônio em separado, ao reforço do capital de giro e à implantação de outros empreendimentos imobiliários residenciais desenvolvidos pela Cedente ou por empresas ligadas. Essa nota reflete: (i) os recebíveis, já performados, têm valor presente 111% superior ao valor da emissão de CRI Seniores, a serem realizados no prazo da operação. Em vista da condição privilegiada desses títulos, o percentual de sobregarantia só crescerá ao longo da operação; (ii) a inexistência de carência permite o acompanhamento imediato do fluxo de repagamentos e de recebimento, se contrapondo, de certa forma, ao prazo longo da operação, que não permite visualizar o comportamento de variáveis econômicas importantes e de seus efeitos ao longo da operação; (iii) o repagamento do CRI Sênior é viável com a utilização de 47,3% do volume mensal de recebíveis, havendo um colateral de 52,7%; (iv) há um  mecanismo de amortizações extraordinárias com base na representatividade dos CRI Sênior e Mezanino sobre o valor total da emissão, acelerando o pagamento da emissão.

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20/02/2017 LFRating e RISKCoop confirmaram a classificação A2+ para o risco de crédito da COOPECREDI – Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região de Guariba.

O Comitê de Risco de LFRating e do RISKcoop, em reunião realizada no dia 20 de fevereiro de 2017, confirmou a classificação A2+, em moeda nacional (R$), para o risco de crédito da COOPECREDI - Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região de Guariba. A classificação A2+ é conferida às cooperativas que apresentam elevado grau de segurança operacional e sólida situação financeira. Desde maio de 2012, quando alterou seu Estatuto Social, a COOPECREDI atua na condição de Livre Admissão, o que lhe conferiu  possibilidade ampliar e diversificar seu quadro de associados para todas as pessoas físicas e jurídicas que residam ou estejam sediadas em sua área de atuação. Com isso, o setor agropecuário, que até pouco tempo contribuía com 97% das atividades da Cooperativa, reduziu essa participação em 2016 para 83%, abrindo espaço para operações com cooperados de outros segmentos, basicamente, industrial, comercial e de serviços. Em 31.dez.16 a Cooperativa trabalhava com 4.777 associados (3.863 Pessoas Físicas e 914 Pessoas Jurídicas) 106 funcionários e postos de atendimento em Guariba, Cidade onde está localizada sua sede, Dumont, Jaboticabal, Matão, Pradópolis e Taquaritinga. Nessa data operava com Ativos da ordem de R$ 1.267 milhões, Liquidez de R$ 694 milhões, Operações de Crédito de R$ 427 milhões, Patrimônio Líquido de R$ 160 milhões, Sobras Líquidas de R$ 22,3 milhões, e Índice de Basileia de 20,5%.

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15/02/2017 Distrato Contratual da Bonasa Alimentos S.A., operação de Debêntures – R$ 50 milhões.

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da Bonasa Alimentos S.A. e retira a nota de classificação.



10/02/2017 LFRating decidiu, nesta segunda revisão, por aplicar um downgrade de classificação de A+ para A– ao risco de crédito das Debêntures da SPE Brasil Solair Locação e Arrendamento de Painéis Solares S.A.– R$ 200 milhões.

Em reunião realizada no dia 10.fev.17, o Comitê de Risco de LFRating decidiu, nesta segunda revisão, por aplicar um downgrade de classificação de A+ para A- ao risco de crédito das Debêntures Simples (DBS) da SPE Brasil Solair Locação e Arrendamento de Painéis Solares S.A., controlada da Brasil Solair Energias Renováveis Comércio e Indústria S.A. (BRSOLAIR). Foram emitidas 200 DBS com valor nominal unitário de R$ 1,0 milhão, todas no dia 15.out.14, mas apenas R$ 50,0 milhões foram efetivamente captados e disponibilizados à BRSOLAIR. Isto impossibilitou que a empresa viabilizasse, de forma plena, a implantação do seu business plan original, que envolvia a importação montagem e instalação de sistemas fotovoltaicos para geração de energia solar de forma distribuída, com foco nos mercados de micro e minigeração, regulados pela Resolução Normativa (RN) 482/12 da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL. Da mesma forma, a complexidade logística envolvida e a dificuldade de interação com as Distribuidoras para conexão dos kits solares às redes elétricas, cujos prazos se mostraram, na prática, extremamente longos, prejudicaram a geração efetiva de Caixa, que ficou muito aquém da inicialmente projetada.

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10/02/2017 LFRating atribuiu a classificação A à emissão de CRI da Reit Securitizadora de Recebíveis Imobiliários, que tem como devedora a Maluí Ilha do Sol Empreendimentos Imobiliários SPE S.A. – R$ 30,7 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating, em reunião realizada no dia 10.fev.17, confirmou a classificação A, em caráter definitivo, à emissão de CRI da Reit Securitizadora de Recebíveis Imobiliários, cujo lastro é composto por CCI emitida pela Maluí Ilha do Sol Empreendimentos Imobiliários e que é representativa de créditos oriundos de contratos de compra e venda de empreendimento imobiliário. Os recursos da emissão são destinados ao término das obras do empreendimento, à compra de mobiliário e decoração, ao pagamento de fornecedores, à liquidação de CCB anteriormente emitida e outras dívidas bancárias e à constituição durante a carência de Fundo de Liquidez. Outra parcela será destinada ao pagamento de contrato de mútuo, montante que será utilizado pelo acionista controlador para aquisição de participação do outro sócio no empreendimento. Essa nota reflete: (i) a garantia representada pelos imóveis e cotas é superior em 174,6% ao saldo devedor; (ii) o estágio avançado da obra e sem dificuldade de implementação, amenizando sobremaneira o risco de construção; (iii) os recebíveis ainda não estão originados ou performados, embora a curva de vendas estimada e a carência estabelecida guardem sintonia com o ritmo e prazo esperados de retomada da economia.

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08/02/2017 LFRating, mediante uma Ação de Rating, decidiu por um downgrade de C para D na classificação da emissão de CCI da Portbello Holding e Participações S.A., no valor de R$ 55 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating, mediante uma Ação de Rating, decidiu por um downgrade de C para D na classificação da emissão de CCI da Portbello Holding e Participações S.A., no valor de R$ 55 milhões. Trata-se de uma holding cujo capital é detido por empresas de investidores, que participam dos empreendimentos em sociedade com empresas de construção e incorporação imobiliária que ocupam posição de destaque na região. Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LFRating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (i) desenquadramento da emitente no Valor Mínimo de Garantia,cujo saldo é nulo; (ii) inadimplência no pagamento da 1ª PMT, vencida em 5.fev.17, sendo que o contexto político-econômico ainda deverá afetar a demanda por lotes industriais e por galpões, perfil do empreendimento da operação, (iii)  dificuldades apresentadas pela empresa com relação à liquidação dos compromissos nos prazos exigidos.

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18/01/2017 LFRating concedeu a classificação tardia ∈A+ à 8a. série da 1a. emissão de CRI da SCCI Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A.(Ginco Urbanismo Ltda.), no valor de R$ 20 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating, em reunião realizada em 18.jan.17, na condição de Rating Definitivo, concedeu a classificação tardia A+, em moeda nacional, à 8a. série da 1a. emissão de CRI da SCCI Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A. (SCCI), tendo como lastro CCI integral representativa de créditos imobiliários provenientes de financiamento imobiliário feito pela Domus Companhia Hipotecária para a Ginco Urbanismo Ltda., com garantias em direitos creditórios de três empreendimentos imobiliários, todos localizados em Cuiabá-MT e Várzea Grande-MT: Villa Jardim, Florais Itália e Florais da Mata. Para cada empreendimento existe uma SPE desenvolvedora: SPE VILLA, SPE DELTA e SPE VGD. O objetivo desta emissão foi captar recursos complementares para as obras dos três empreendimentos, além de recursos para outros empreendimentos não especificados nesta operação, mas executados ou gerenciados pela Ginco. Na data base desta classificação, os empreendimentos Florais da Mata e Villa Jardim já estavam terminados e entregues a seus compradores. Os recursos oriundos das vendas realizadas de um grupo de lotes dos três empreendimentos, e cedidos a esta operação, estão sendo depositados em três Contas Vinculadas no Banco Bradesco S.A. em nome de cada uma das SPE. Mensalmente, o resultado desta transferência é feito à conta do Patrimônio Separado do CRI, em CC no Banco Itaú-Unibanco S.A..

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04/01/2017 LFRating rebaixou para ϵA– (anteriormente ϵA) a nota atribuída às cotas seniores – série única do CJP Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizados – Créditos Judiciais.

O Comitê de Risco de LFRating, em reunião realizada em 4.jan.17, rebaixou para ϵA- (anteriormente ϵA) a nota atribuída às cotas seniores - série única do CJP Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizados - Créditos Judiciais, no montante de até R$ 1 bilhão (valor inicial), tendo em vista as alterações promovidas em sua estrutura, “vis-à-vis” os Fundamentos da Nota de Rating constantes do Relatório Definitivo, divulgado em 2010 Adicionalmente, e como fator determinante, conforme descrevemos no Relatório relativo à 18ª Revisão Trimestral, naquela ocasião houve uma mudança que provocou o deslocamento da estrutura de riscos para o nível mínimo da faixa de classificação; dissemos, em outras palavras, que novas alterações possivelmente implicariam em redução da nota de classificação, fato que efetivamente ocorreu no 3º.trim.16.

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26/12/2016 Ação de Rating de Portbello Holding e Participações S.A., montante de R$ 55 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating, mediante uma Ação de Rating, decidiu por um downgrade de BB para C na classificação da emissão de CCI da Portbello Holding e Participações S.A., no valor de R$ 55 milhões. Trata-se de uma holding cujo capital é detido por empresas de investidores, que participam dos empreendimentos em sociedade com empresas de construção e incorporação imobiliária que ocupam posição de destaque na região. Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LFRating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (i) enquadramento da emitente no Valor Mínimo de Garantia Global equivalente a 110% do saldo devedor; (ii) o curto prazo até o pagamento da 1ª PMT e o contexto político-econômico que ainda vem afetando a demanda por lotes industriais e por galpões, perfil do empreendimento da operação, (iii)  ausência de recursos relativos ao Valor Mínimo de Garantia; (iv) dificuldades apresentadas pela empresa com relação à liquidação dos compromissos nos prazos exigidos.

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23/12/2016 LFRating confirmou em A+, Perspectiva Neutra, a classificação para o risco de crédito do BANESTES.

Em reunião realizada no dia 23 de dezembro de 2016, o Comitê de Risco da LFRating, manteve em A+, Perspectiva Neutra, a classificação em moeda nacional (R$) do risco de crédito do Banco Estado do Espírito Santo S.A. – BANESTES. Organizado sob a forma de banco múltiplo, o Banco desenvolve operações de crédito comercial, rural, industrial, imobiliário, arrendamento mercantil, administração de cartão de crédito, programa de alimentação ao trabalhador e câmbio. Através de suas controladas, realiza ainda operações nas áreas de seguros, distribuição/intermediação de valores e administração de recursos de terceiros. Empresa de capital aberto desde julho de 1977, o BANESTES é controlado pelo Governo do Estado do Espírito Santo e atua basicamente no Estado. Em set.16 operava com um total de 2.505 funcionários e uma rede de 131 agências, das quais 130 localizadas no Espírito Santo. Além dessas unidades, trabalhava com 28 postos de atendimento, 252 postos de atendimento eletrônico e 392 correspondentes. No encerramento do 3º.trim.16 o BANESTES administrava Ativos da ordem de R$ 23.884 milhões, Patrimônio Líquido de R$ 1.283 milhões, Operações de Crédito de R$ 3.598 milhões, Depósitos Totais de R$ 9.525 milhões e Índice de Basiléia de 18,6%. Durante os primeiros nove meses de 2016 o Banco apurou Receitas Financeiras de R$ 2.033 milhões (R$ 1.612 milhões em set.15) e Lucro Líquido de R$ 118 milhões (R$ 122 milhões em set.15), o que resultou em Rentabilidade Patrimonial de 12,9% (anualizada).​

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06/12/2016 Distrato Contratual da Servic Construtora Ltda., operação de CCI – R$ 5,6 milhões.

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da Servic Construtora Ltda. e retira a nota de classificação.


29/11/2016 LFRating definiu a classificação A+ para a 1° Emissão Pública de DBS (476/09) série única da SPE ZH Operações S.A., no montante de R$ 200 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating em reunião realizada em 29.nov.16 deliberou sobre o rating definitivo em moeda nacional da 1ª Emissão Pública de DBS (476/09) série única da SPE ZH Operações S.A. (ZH), no montante de R$ 200 milhões e 60 meses de prazo, e definiu a classificação A+, considerando as garantias e estruturação, que tornaram a operação apta a suportar esse nível de risco. O Grupo  Setah tem crescido rapidamente e de forma consistente, o que exige mais recursos para Capex (longo prazo), justificando essa operação. Os recursos serão usados na expansão física das lojas e no reperfilamento de endividamento bancário. A operação foi estruturada pela MAM Assessoria e conta com a garantia de recebíveis de cartões de crédito e benefícios das empresas do Grupo. As garantias incluem alienação fiduciária de 100% das ações da ZH, alienação fiduciária em segundo grau de 50% das ações (em condições suspensivas) da Setah Participações S.A. e cessão e promessa de cessão fiduciária de 7,5% dos direitos creditórios presentes e futuros, com um Fluxo Mínimo Mensal de até R$ 15 milhões (proporcional ao que for efetivamente captado), oriundos das compras a prazo efetuadas através dos cartões de benefícios Ticket, Sodexo e Alelo, dos cartões de crédito e débito Elo, Diners, Hipercard, Sorocred, Credsystem, Amex e das bandeiras Visa e Mastercard. Há também amenizadores como Fundo de Liquidez em Conta Vinculada de 5% do que for efetivamente captado, uma Razão de Garantia, limite de distribuição de dividendos e fiança dos controladores.

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25/11/2016 Distrato Contratual da Deltaville Empreendimentos Imobiliários Ltda., operação de CRI da SCCI – R$ 40 milhões.

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da Deltaville Empreendimentos Imobiliários Ltda.  e retira a nota de classificação.


25/11/2016 Distrato Contratual da Deltaville Participações S. A., operação de CRI da Habitasec – R$ 27 milhões.

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da Deltaville Participações S. A. e retira a nota de classificação.


25/11/2016 Distrato Contratual do Novo Progresso Empreendimentos Imobiliários Ltda. (SPE Deltaville Participações S.A.) – operação de CCI – R$ 28 milhões.

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da Novo Progresso Empreendimentos Imobiliários Ltda. e retira a nota de classificação.


25/11/2016 Distrato Contratual da Novo Progresso Empreendimentos Imobiliários Ltda., operação de CRI da SCCI – R$ 43,2 milhões.

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da Novo Progresso Empreendimentos Imobiliários Ltda. e retira a nota de classificação.



21/11/2016 LFRating definiu um down grade, de BBB para D, na quinta Revisão da emissão de CCIs da Portbello Holding e Participações S.A. – R$ 30 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 21.nov.16, definiu um down grade, de BBB para D, na classificação da quinta Revisão da emissão de cédulas de crédito imobiliário (CCI) da Portbello Holding e Participações S.A., no valor de R$ 30 milhões. Trata-se de uma holding cujo capital é detido por empresas de investidores, que participam dos empreendimentos em sociedade com construtoras e incorporadoras com forte experiência no mercado imobiliário da região.  Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LFRating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (i) enquadramento na garantia mínima de 110% do saldo devedor durante o período da operação; (ii) a incerteza na definição do fluxo de recursos para suporte das obras, que passa, necessariamente, pela venda integral e de forma isolada, do hotel integrante do complexo imobiliário, num momento em que ainda permanece o enxugamento e a maior seletividade do crédito, bem como uma conjuntura desfavorável; (iii) não constituição do VMG equivalente a uma PMT, em fev.16 e inadimplência no pagamento da 1ª PMT, vencida em set.16.

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16/11/2016 Distrato Contratual da Dogma Empreendimentos Imobiliários S.A..

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento Dogma Empreendimentos Imobiliários S.A.  e retira a nota de classificação.


03/11/2016 LFRating atribuiu a classificação A+ para a emissão de Debêntures da GSP Properties S.A., no montante de R$ 105,1 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 03.nov.16, atribuiu a classificação A+, em caráter definitivo, à emissão de Debêntures da GSP Properties S.A., no montante de R$ 105,1 milhões, empresa pertencente ao Grupo GSP. Os títulos serão parcialmente subscritos com títulos de emissão anterior, limitado a R$ 70 milhões, com o saldo sendo posteriormente cancelado.  Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LF Rating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (a) A garantia, representada por imóvel a ser utilizado em empreendimento imobiliário, é superior em 16,4% ao valor da emissão com base em regime de liquidação forçada ou 79,0% em se considerando o valor de mercado. Esses percentuais se elevam quando considerado que a classificação de risco envolve tão somente R$ 70 milhões; (b) a tríade “agente fiduciário/auditor de obras/monitorador de recebíveis” empresta segurança à operação, exercendo papel importante para proteção do credor; (c) a despeito da operação se apresentar “blindada”, eventuais retrocessos podem ser suportados pelo Grupo, tendo em vista tratar-se da maior loteadora do País e que não teria dificuldade em acrescentar novos recebíveis, se necessário.

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01/11/2016 Distrato contratual da BRDU SPE Vermont Ltda., emissão de Cédulas de Crédito Imobiliário – CCI, no montante de R$ 5,8 milhões.

A empresa não apresentou as informações a LFRating,  em sua totalidade,  para a atualização periódica da classificação de risco relativa ao período encerrado em março/2016. Esta obrigação, envio da documentação, estava explícita no Contrato firmado com a empresa. Por esse motivo LFRating considera encerrada a validade do rating elaborado em março/2015 e as obrigações assumidas quando da sua contratação.


01/11/2016 Distrato contratual da Purim Empreendimentos e Participações S.A..

A empresa não apresentou as informações solicitadas por LFRating para a atualização periódica da classificação de risco relativa ao período encerrado em 13/julho/2016. Esta obrigação, envio da documentação, estava explícita no Contrato firmado com a empresa. Por esse motivo LFRating considera encerrada a validade do rating elaborado em 01/julho/2015 e as obrigações assumidas quando da sua contratação.


25/10/2016 LFRating comunica a liquidação antecipada dos CRIs emitidos por Socicam Administração, Projetos e Representações Ltda.(REIT)– R$ 30 milhões.

LFRating comunica que em 01 de setembro de 2016 houve a liquidação antecipada dos Certificados de Recebíveis Imobiliários – CRIs emitidos por Socicam Administração, Projetos e Representações Ltda. (REIT) - R$ 30 milhões. A operação foi encerrada com a nota ϵAA-,  na escala de rating de LFRating. Em vista deste fato, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da operação.

 



18/10/2016 LFRating definiu um downgrade, de A para BB na classificação da 4° Revisão da emissão de CCIs da Portbello Holding e Participações S.A., montante de R$ 55 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 18.out.16, definiu um downgrade, de A para BB na classificação da 4ª Revisão da emissão de CCI da Portbello Holding e Participações S/A, no valor de R$ 55 milhões. Trata-se de uma holding cujo capital é detido por empresas de investidores, que participam dos empreendimentos em sociedade com empresas de construção e incorporação imobiliária que ocupam posição de destaque na região. Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LF Rating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (i) enquadramento da emitente no Valor Mínimo de Garantia Global equivalente a 110% do saldo devedor; (ii) o curto prazo até o pagamento da 1ª PMT e o contexto político-econômico que ainda vem afetando a demanda por lotes industriais e por galpões, perfil do empreendimento da operação, (iii)  ausência de recursos relativos ao Valor Mínimo de Garantia; (iv) dificuldades apresentadas pela empresa com relação à liquidação dos compromissos nos prazos exigidos.

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10/10/2016 Distrato contratual da Brazpeixes SPE S.A..

A empresa não apresentou as informações a LFRating para a atualização periódica da classificação de risco relativa ao período encerrado em julho/2016. Esta obrigação, envio da documentação, estava explícita no Contrato firmado com a empresa. Por esse motivo LFRating considera encerrada a validade do rating elaborado em julho/2015 e as obrigações assumidas quando da sua contratação.



04/10/2016 LFRating atribuiu a nota A– para a emissão de CCI da Domus Cia. Hipotecária, tendo como Devedora a N–Box Logística e Armazenamento de Cargas S.A.– R$ 50 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 04.out.16, confirmou a classificação A-, em caráter definitivo e em moeda local, à emissão de Certificados de Créditos Imobiliários (CCI) da Domus Cia. Hipotecária, no montante de R$ 50 milhões, tendo como Devedora a N-Box Logística e Armazenamento de Cargas S.A.. Os recursos captados serão destinados ao ressarcimento pela aquisição de terreno e financiamento das obras de implantação de empreendimento imobiliário localizado no em Navegantes-SC. Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LF Rating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (a) Os prazos estimados de construção, carência e a vigência da operação encontram-se alinhados e o Grupo tem expertise em construção; (b) Os recebíveis ainda não foram originados e tampouco são performados, mas têm valor elevado e favorável potencial de venda, por tratar-se de um empreendimento diferenciado; (c) A permanência de conjuntura desfavorável, sem a recuperação do ritmo de atividade econômica, pode acarretar dificuldades na realização de vendas e, por conseguinte, na geração de recursos para o pagamento das PMT; (d) o controle das obras por agente especializado, a destinação específica dos recursos que ficarão, inclusive, retidos, e a expertise do Grupo na atividade, atuam como amenizadores.

 

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04/10/2016 LFRating confirmou a classificação A para a emissão de CCBs do Firenze Energética S.A..

O Comitê de Risco de LFRating em reunião realizada em 04.out.16, confirmou, na 5ª revisão, a classificação A, para a emissão de CCB da Firenze Energética S.A.. A empresa é proprietária da PCH Santana I, localizada no município de Nortelândia–MT, que foi construída com os recursos oriundos desta emissão, tendo como garantia, entre outras, a cessão fiduciária de Contrato de Venda a Termo de Energia Elétrica (PPA), pelo tempo de duração da emissão. Essa classificação reflete a percepção de LFRating do baixo risco de inadimplência esperada, envolvendo fatores como: (i) qualidade das garantias associadas à emissão; (ii) a adimplência no pagamento de todas as 47 PMTs do período nov.12 a set.16; (iii) valor total a receber no PPA somado ao total a ser arrecadado com a venda das sobras de energia no mercado spot,  representa 104,2% do saldo devedor em set.16; (iv) a despeito de haver um mês descoberto entre o final do contrato de PPA e o vencimento da emissão, não só o valor a ser arrecadado é superior ao saldo devedor da emissão, como a empresa reúne condições de pagamento com recursos próprios, além de já ter sido firmado contrato de fornecimento de energia a partir de ago.17 até dez.18. 

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04/10/2016 LFRating, em oitava Revisão, confirmou a classificação ϵBB, para a emissão dos CRIs da 290° série da 1° emissão da Brazilian Securities (DLD Comércio Varejista Ltda.), no valor de R$ 75,9 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating, em reunião realizada em 4.out.16, em oitava Revisão, confirmou a classificação ϵBB, em moeda nacional, para a emissão estruturada dos Certificados de Recebíveis Imobiliários da 290ª série da 1ª emissão da Brazilian Securities, com data de vencimento para dez.22, em regime fiduciário, com lastro em uma CCI emitida pelo Treviso Fundo de Investimento Imobiliário, representativa de créditos imobiliários derivados de Contrato de Locação pelo prazo de 15 anos celebrado entre o TREVISO e a DLD Comércio Varejista Ltda., em processo de Recuperação Judicial, que se constitui na principal pagadora, tendo como fiador Dadalto Administração e Participações Ltda.  O histórico de progressivos downgrades na classificação, que reduziu a nota original ϵA para ϵBB na sexta Revisão (nov.15) e confirmada nesta oitava Revisão, teve origem em uma sequência de eventos preocupantes, como o fato de uma operação com compromissos de longo prazo (dez anos) ter sua principal devedora apresentado fragilidade em sua estrutura financeira e fraco desempenho de resultados já no segundo ano após a emissão dos títulos.  Com a evolução das dificuldades internas e a forte retração de vendas do comércio varejista, o pedido de Recuperação Judicial (out.15) foi apresentado à Justiça de Vitória-ES.  A confirmação da classificação ϵBB na oitava revisão reflete ainda um quadro de expectativas incertas, mesmo tendo a DADALTO ter proposto mudanças com objetivo de reduzir o risco de crédito da operação, detalhada em uma reestruturação apresentada aos investidores em 22.ago.16, em Assembleia Geral dos Titulares dos CRIs, realizada em 2a Ata, em 27.jul.16. Fica nesta oitava revisão fica evidente que a empresa chegou no limite financeiro para pagamento da operação, como bem demonstram as propostas a serem apreciadas na próxima AGT, possivelmente a ser realizada até o final do mês de out.16. Entretanto, mesmo com os ajustes na forma de pagamento, com certo alívio no curto prazo, a DADALTO continuará com sérias dificuldades para honrar as obrigações assumidas, especialmente por conta da conjuntura desfavorável.

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23/09/2016 RISKcoop e LFRating atribuíram downgrade, B3 para B3–, na nota de classificação da Cooperativa de Crédito Rural de Abelardo Luz – Sulcredi/Crediluz.

O Comitê de Risco de RISKcoop e LFRating, em reunião realizada no dia  23.set.16, deliberou sobre um downgrade de classificação para B3-, em moeda local (R$), para a Cooperativa de Crédito Rural de Abelardo Luz - Sulcredi/Crediluz, considerando aspectos estruturais, financeiros, de liquidez, de gestão, operacionais, governança e suporte. Cerca de 90% dos cooperados tem suas atividades baseadas em algum produto agropecuário. Em jun.16 eram 10.035 cooperados ativos (em todos os PA). A população das cidades onde estão os PA era de 108.288 habitantes (estimado IBGE) em 2016. Isto significa que, grosso modo, os cooperados destas cidades representam 9,1% do total da população, sendo que em algumas o percentual é bem maior, 19,4% na própria Abelardo Luz e extraordinários 23% em Passos Maia, mostrando a importância da cooperativa em cidades desassistidas pela rede bancária no País. Com 20 anos de atividades, a Crediluz registrou em 30.jun.16 um nível de liquidez inusitado de 106,2% de toda a sua Carteira de Crédito, o ponto mais alto da curva desde dez.11. Ou seja, havia mais recursos disponíveis do que emprestados aos cooperados. As Operações de Crédito experimentaram uma redução significativa no 1o.sem.16, e isto afetou diretamente a rentabilidade da Cooperativa. A tentativa de se formar uma Central junto com outras duas cooperativas egressas do Sistema Cresol não foi bem sucedida e a Crediluz se vê hoje como uma cooperativa independente, sabendo que isto aumenta as exigências do BACEN e dela mesma, já que deixa de contar com um valor muito importante no conceito cooperativo que é a solidariedade. O IQC trouxe preocupação pela magnitude que assumiu neste período. Além de estar regularmente abaixo do mínimo aceitável, caiu fortemente no semestre em análise. Em 30.jun.16 este IQC era de preocupantes 3,92, o ponto mais baixo na curva deste indicador e muito baixo em relação ao mínimo desejável. Na última faixa da Res. 2.682/99, os créditos classificados como “atrasados” são em maior volume do que os classificados como “normal”, o que significa que estes créditos foram, inicialmente, melhor classificados e foram perdendo qualidade e posições ao longo dos meses. Os créditos atrasados classificados na faixa H, última da tabela, cresceram 152,7% apenas neste 1o.sem.16, derrubando o IQC e obrigando a realização de Provisões elevadas que comprometeram seu Resultado no período. No período de 12 meses terminado em 30.jun.15, houve pequena redução de créditos atrasados nas primeiras faixas da tabela, informando que cooperados bons pagadores têm sentido menos a pressão da crise econômica. Em 30.jun.16, 23,7% de sua carteira de crédito estava atrasado em algum grau, a pior condição desde dez.11.

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21/09/2016 LFRating constatou o default e definiu a classificação D nesta quinta Revisão referente à emissão de CCI da Indaiatuba Holding Empreendimentos Imobiliários Ltda., no valor de R$ 65 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 21.set.16, constatou o default e definiu a classificação D na quinta Revisão referente à emissão de CCI da Indaiatuba Holding Empreendimentos Imobiliários Ltda., no valor de R$ 65 milhões. Trata-se de uma empresa holding da qual 100% do capital é detido de forma indireta pelo Grupo Jacitara, que tem mais de 20 anos de experiência no mercado imobiliário, sendo os recursos destinados à construção de quatro empreendimentos imobiliários residenciais localizados nos municípios de Indaiatuba, Itu e Vinhedo, todos no Estado de São Paulo. Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LF Rating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (i) o desenquadramento da emitente relativamente ao Valor Mínimo de Garantia, cujo montante foi utilizado no pagamento da 1ª PMT, e do VMGG, além de inadimplência no pagamento da 2ª PMT, vencida em abr.16; (ii) os sucessivos adiamentos registrados no condomínio Itaici, cujo lançamento, se tudo estiver em concordância, poderá ocorrer em dez.16, ou seja, 14 meses após o início do pagamento das PMTs em lugar dos três meses antes da 1ª PMT, conforme ocorrido; (iii) a reversão do default aparentemente não é factível em prazo curto, não havendo possibilidade de estabelecer expectativas fundamentadas acerca do comportamento do fluxo de comercialização das unidades e se as vendas ocorrerão em quantidade, condições e tempo adequados às necessidades da emitente. 

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21/09/2016 LFRating reclassifica para D a nota da 4° Revisão da CCI emitida pela Indaiatuba Holding Empreendimentos Imobiliários Ltda..

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 21.set.16, constatou o default da operação e definiu a classificação D, em quarta Revisão da nota referente à 2ª emissão de CCI da Indaiatuba Holding Empreendimentos Imobiliários Ltda. (INDAIATUBA), no valor de R$ 45 milhões. Trata-se de uma holding controlada por empresas com experiência no mercado imobiliário, sendo os recursos destinados à construção de quatro empreendimentos imobiliários residenciais localizados nos municípios de Indaiatuba, Itu e Vinhedo, todos no Estado de São Paulo. Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LF Rating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (i) o desenquadramento da emitente relativamente ao Valor Mínimo de Garantia cujo montante foi utilizado no pagamento da 1ª PMT; (ii)  inadimplência no pagamento da 2ª PMT, vencida em jun.16, sendo que a 3ª PMT, no valor estimado de R$ 7.874,4 mil, tem vencimento em dez.16; (iii) o fluxo de repagamento da CCI é dependente da geração de caixa proporcionada pela comercialização das unidades, sem que haja definição acerca do prazo em que ocorrerão os lançamentos dos dois últimos empreendimentos, como também não é possível estimar o término da conjuntura desfavorável, impossibilitando estabelecer expectativas fundamentadas acerca do comportamento do fluxo de repagamento das PMTs. 

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20/09/2016 Distrato Contratual da Trans–Expert Vigilância e Transporte de Valores S.A..

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da Trans-Expert Vigilância e Transporte de Valores S.A. e retira a nota de classificação.




14/09/2016 LFRating confirmou a classificação A+ para os CRIs (1a. emissão 18a. série) da operação da Ginco Urbanismo Ltda., no valor de R$9 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating, em reunião realizada em 14.set.16, confirmou a classificação ÎA+, em moeda nacional, à emissão de CRI (1a. emissão 18a. série) da SCCI Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A. no valor de R$ 9 milhões, tendo como lastro CCI integral com garantia real e fidejussória representativa de créditos imobiliários provenientes de financiamento imobiliário feito pela Domus para a Ginco Urbanismo, com garantia em direitos creditórios de empreendimento imobiliário denominado Primor da Torres, localizado em Cuiabá-MT. A captação se destinou a financiar o desenvolvimento de projetos da Ginco Urbanismo e ao pagamento das despesas da emissão. A entrega do Primor das Torres está prevista para abr.18, 47 meses após o lançamento em mai.14. O valor do principal desta operação estava previsto para ser pago em duas parcelas, nos dois meses finais do prazo de 37 meses e cinco dias, quando o empreendimento deveria estar com as obras terminadas. O valor necessário para o término das obras viria do próprio fluxo das vendas do empreendimento, pois na emissão do CRI já havia sido vendido mais de 50% das unidades, gerando um fluxo que seria suficiente para o pagamento desta operação e do custo das obras. O que se espera é que uma operação de captação de R$ 75 milhões da própria Ginco Urbanismo deverá quitar esta operação antes de seu vencimento.

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05/09/2016 LFRating confirmou em A+, Perspectiva Neutra, a classificação para o risco de crédito do BANESTES.

Em reunião realizada no dia 05 de setembro de 2016, o Comitê de Risco da LFRating, manteve em A+, Perspectiva Neutra, a classificação em moeda nacional (R$) do risco de crédito do Banco Estado do Espírito Santo S.A. – BANESTES. Organizado sob a forma de banco múltiplo, o Banco desenvolve operações de crédito comercial, rural, industrial, imobiliário, arrendamento mercantil, administração de cartão de crédito, programa de alimentação ao trabalhador e câmbio. Através de suas controladas, realiza ainda operações nas áreas de seguros, distribuição/intermediação de valores e administração de recursos de terceiros. Empresa de capital aberto desde julho de 1977, o BANESTES é controlado pelo Governo do Estado do Espírito Santo, atua basicamente no Estado e opera com um total de 2.541 funcionários e uma rede de 132 agências, das quais 131 localizadas no Espírito Santo. Além dessas unidades, trabalhava com 27 postos de atendimento, 254 postos de atendimento eletrônico e 388 correspondentes. No encerramento do 1º.sem.16 o Banco trabalhava com Ativos da ordem de R$ 18.688 milhões, Patrimônio Líquido de R$ 1.212 milhões, Operações de Crédito de R$ 3.419 milhões, Depósitos Totais de R$ 9.460 milhões e Índice de Basiléia de 18,6%. Durante o semestre o Banco apurou Receitas Financeiras de R$ 1.301 milhões (R$ 1.023 milhões em jun.15) e Lucro Líquido de R$ 84,7 milhões (R$ 82,4 milhões em jun.15), o que resultou em Margem Líquida de 6,5% e Rentabilidade Patrimonial de 13,7%.​

 

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23/08/2016 Distrato contratual da Águas de Santo Antonio S.A..

A empresa não apresentou as informações a LFRating, em sua totalidade, para a atualização periódica da classificação de risco relativa ao período encerrado em julho/2016. Esta obrigação, envio da documentação, estava explícita no Contrato firmado com a empresa. Por esse motivo LFRating considera encerrada a validade do rating elaborado em julho/2015 e as obrigações assumidas quando da sua contratação.


19/08/2016 LFRating atribuiu a nota ϵA+ à emissão de CRI da Habitasec Securitizadora, que tem como Devedora a Porto Quality Empreendimentos, Compra e Venda de Imóveis Ltda.– R$22,4 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 19.ago.16, confirmou a classificação ϵA+, em caráter definitivo, à emissão de R$ 22,4 milhões em CRI da Habitasec Securitizadora, que tem como Devedora a Porto Quality Empreendimentos, Compra e Venda de Imóveis Ltda.. Os recursos captados serão destinados ao ressarcimento pela aquisição do terreno em que está sendo construído o empreendimento imobiliário e ao financiamento da respectiva obra (R$ 15 milhões). Servirão também para pagar as despesas da emissão e constituir o fundo de liquidez. Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LFRating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (i) O valor presente dos recebíveis cedidos e já originados, inerentes ao prazo da operação, representa, isoladamente, cerca de 164% do valor da emissão; (ii) Os recebíveis que podem ser gerados no empreendimento somam R$ 27,7 milhões com base no VGV atual, que podem e deverão ser utilizados na complementação dos recursos para pagamento da emissão e/ou amortizações parciais antecipadas; (iii) os resultados oriundos de stress tests realizados demonstrando que, sem considerar quaisquer vendas das unidades em estoque, o volume de recursos da emissão em conjunto com a curva de pagamento dos recebíveis já originados (líquido dos contratos inadimplentes), seriam quase suficientes para finalizar o empreendimento e pagar  as PMT.

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08/08/2016 Distrato Contratual da Luiz Carlos Moraes Metalúrgica LCM ME.

A empresa não apresentou as informações solicitadas por LFRating para a atualização periódica da classificação de risco relativa ao período encerrado em maio/2016. Esta obrigação, envio da documentação, estava explícita no Contrato firmado com a empresa. Por esse motivo LFRating considera encerrada a validade do rating elaborado em maio/2015 e as obrigações assumidas quando da sua contratação.



03/08/2016 LFRating manteve, na 3° Revisão, a classificação BBB para a emissão de CCIs da Pandini Empreendimentos Imobiliários Ltda. – R$ 8,1 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 03.ago.16, manteve, na 3ª Revisão, a classificação BBB, em moeda local, à emissão de cédulas de crédito imobiliário (CCI) da Pandini Empreendimentos Imobiliários Ltda. A empresa atua no segmento imobiliário desde 1992 e é proprietária de uma área na qual projetou, e já vem desenvolvendo, um Condomínio Logístico com 78 mil m² de área construída e totalmente locável, que será desenvolvido em três etapas. Entre os fundamentos que nortearam a classificação de risco, podem ser destacados: (i) desenquadramento do FLIQ, a inadimplência no pagamento das PMT e a insuficiência na arrecadação mensal dos contratos cedidos para fins de cobertura das PMT, fatores que já eram apontados anteriormente e estavam ligados aos efeitos da conjuntura adversa vigente no País sobre os negócios do Grupo; (ii) o fôlego obtido pela empresa com a venda parcelada de uma de suas áreas, o que permitirá a recomposição do FLIQ e a regularização no pagamento das PMTs em atraso; (iii) Como as obras das demais etapas do empreendimento estão paralisadas, o tempo necessário ao preenchimento dos módulos vagos e, portanto, recuperação de contratos e o fato da PANDINI depender do Caixa do Grupo para a construção dos demais imóveis, além da obtenção dos recursos necessários ao complemento das PMT, têm fragilizado a emissão no âmbito da estrutura proposta e submetida à classificação de risco.

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02/08/2016 Distrato Contratual da RO Participações S.A..

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da RO Participações S.A. e retira a nota de classificação.



29/07/2016 Informamos que terminamos o acompanhamento do CRA das séries 38° e 39° de emissão da Eco Securitizadora de Direitos Creditórios do Agronegócio S.A..

Com respeito aos CRA das séries 38º e 39ª de emissão da ECOAGRO, no valor de R$ 23.595.836,10, sendo 30% de emissão subordinada, emitidos em 30.jun.11, informamos que terminamos o acompanhamento dos respectivos títulos.  A operação não foi totalmente  quitada, e quatro dos cinco devedores deixaram de cumprir suas obrigações na última PMT. O quadro final foi o seguinte:

 

EMISSOR

SALDO DEVEDOR

 VLR. PAGO

 VLR. NÃO PAGO

RAZÃO GARANTIA

DEVEDOR 1

1.542.794

1.204.937

337.857

3.153%

DEVEDOR 2

3.085.639

0

3.085.639

190%

DEVEDOR 3

771.397

0

771.397

590%

DEVEDOR 4

4.628.375

4.635.738

0

0%

DEVEDOR 5

4.628.383

0

4.628.383

209%

 Apesar da Monitoradora dar plena garantia de boa colheita aos devedores em Relatório de mar.16, a forte estiagem nos últimos meses na Bahia reduziu a capacidade de pagamento dos devedores 2 e 3. O devedor 1 também enfrentou essas dificuldades, mas conseguiu pagar 78,1% do saldo final, o que é bom, mas insuficiente para não configurar default. Apenas um devedor, a única empresa entre os devedores (devedor 4), pagou todo o saldo devedor. Todos os devedores inadimplentes ofereceram garantias reais expressivas, que permitiram a ECOAGRO sua excussão até pela metade do preço de mercado. Esse processo se iniciou imediatamente após o vencimento da operação em jun16 e deve se estender até início de 2017. Pelas garantias que oferecia, pelos Relatórios do Monitorador e pela própria construção desta operação estruturada, LFRating lhe concedeu nota eAA-, em terceira Revisão, em mar.16. 



28/07/2016 LFRating decidiu pelo rebaixamento da classificação, A– para BBB, para a 1° emissão de Debêntures da Alubam Participações S.A., no montante de R$ 62 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating, em reunião realizada no dia 28.jul.16, definiu sobre a nova classificação da 1ª emissão de Debêntures da Alubam Participações S.A., no montante de R$ 62 milhões e prazo de dez anos, com base nos fatos ocorridos na operação, na empresa e na conjuntura nacional. Excepcionalmente, foi também decidido que, diante das condições apresentadas, a quarta Revisão será realizada no máximo em até seis meses (jan.17). Em segunda Revisão ocorrida em set.15, o Comitê confirmou a classificação A-  à essa operação, mas adicionando a condição de MONITORAMENTO NEGATIVO, o que significa que ela estaria sujeita à reavaliação para redução de sua classificação caso não conseguisse colocar em prática planos de Revitalização de resultados nos próximos anos. Esta terceira Revisão deveria ter sido concluída em mar.16, conforme preconizava a Revisão anterior ocorrida em set.15. O necessário aporte de recursos para manutenção da estrutura de pagamentos não ocorreu e exigiu o protelamento da Revisão. A operação, no entanto, estava sendo monitorado por LFRating. Diante da constatação dos fatos, o Comitê decidiu por um downgrade de A- para BBB, diante do agravamento das circunstâncias apresentadas pela ALUBAM, por não ter apurado Resultado suficiente para o cumprimento das obrigações com os debenturistas dessa emissão. A operação oferecia em garantia um fluxo de dividendos da controlada Upiara Empreendimentos e Participações S.A., cuja distribuição mínima teria que ser superior ao mínimo legal de 25% do Lucro Líquido para dar cobertura ao repagamento das DBS. Entretanto, passados três anos, a manutenção de prejuízos Acumulados impede a distribuição de dividendos, única garantia primária definida para pagamento da operação, segundo sua estruturação. O pagamento da primeira PMT ocorreu em 30.jun.16, utilizou recursos não previstos na garantia primária da operação. Assim, passado o período pertinente para esta terceira Revisão, LFRating decidiu pelo rebaixamento para BBB, juntamente com um acompanhamento mais amiúde para confirmar a realização e a eficiência de amenizadores propostos recentemente. Um deles é a formação de um Fundo de Liquidez mensal, a ser iniciado em dez.16, compondo a PMT anual e reduzindo o risco de pagamento. No entanto, essa formação ainda será feita fora da estruturação, que previa recursos de dividendos. A operação necessária de aporte de recursos ainda não foi realizada e, apesar de apalavrada, não foi definido valor e prazo de efetivação.

 

 

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19/07/2016 LFRating decidiu confirmar a nota AA, em quarta Revisão, às CCIs emitidas pela Ginco Urbanismo Ltda., com valor nominal total de R$ 19,5 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating se reuniu em 19.jul.16 para deliberar e decidiu sobre a confirmação da nota AA, em quarta Revisão, originalmente concedida em 29.set.12, às sete CCIs emitidas pela GINCO URBANISMO LTDA., com valor nominal total de R$ 19,5 milhões.  A emissão classificada/revisada teve por finalidade promover a alteração do perfil de dívida da emitente, com redução de taxa de juros contratada e o alongamento do prazo de pagamento. Faltando 14 meses para o seu vencimento, as informações prestadas pela GINCO URBANISMO LTDA., BRL Trust Serviços Fiduciários Ltda., confirmam que o fluxo dos recebíveis movimentados na Conta vinculada - 08585-1 no Banco ITAÚ tem se enquadrado nas condições estruturadas, ou seja, a cessão fiduciária dos recebíveis correspondeu, e por obrigação deve assim continuar, ao percentual mínimo de 120% do saldo devedor atualizado. Toda movimentação financeira da Conta vinculada é realizada, através de instruções da BRL Trust Serviços Fiduciários Ltda. Até jun.16 foram pagas 45 PMT, restando um saldo devedor de R$ 6,9 milhões. Conforme mencionado no Relatório de Enquadramento das Garantias informado pelo Interveniente Fiduciário BRL Trust Serviços Fiduciários Ltda., o grau de inadimplência dos empreendimentos em mai.16 foi de 3,09%, o maior registrado desde nov.15, com uma média no mesmo período de 2,51%. Os Demonstrativos Financeiros combinados foram apresentados e auditados pela PricewaterhouseCoopers. Cuiabá-MT, onde a GINCO tem sede, vem registrando forte crescimento imobiliário, condição aproveitada pela emitente, que já lançou 16 empreendimentos próprios, tendo entregue nove e com mais sete em construção.   

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12/07/2016 Distrato contratual da Real Estate Master Empreendimentos e Participações S.A

Apesar de insistentemente solicitada, a empresa não apresentou as informações a LFRating, em sua totalidade, para a atualização periódica da classificação de risco relativa ao período encerrado em maio/2016. Esta obrigação, envio da documentação, estava explícita no Contrato firmado com a empresa. Por esse motivo LFRating considera encerrada a validade do rating elaborado em maio/2015 e as obrigações assumidas quando da sua contratação.




05/07/2016 LFRating confirmou a classificação ∈A– para a emissão de CRI da REIT Securitizadora de Recebíveis Imobiliários S.A. (Prata Forte Administração e Participações) – R$ 29,9 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating, em reunião realizada em 5.jul.16, confirmou a classificação ∈A-, definida em classificação de rating Definitivo em 14.mai.14, em moeda nacional, à emissão de CRI da REIT Securitizadora de Recebíveis Imobiliários S.A. (REIT), tendo como lastro CCI representativas de créditos imobiliários originados em Contrato de Locação de imóvel para o Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação (IBMR), no valor nominal original de R$ 29.960.025,28, cedidas fiduciariamente à operação por Prata Forte Administração e Participações Ltda., locadora. A REIT adquiriu os créditos e os securitizou através da emissão de CRI da 3a série da 2a emissão. Os pagamentos dos créditos imobiliários são feitos pelo locatário e depositados em Conta Vinculada no Banco Itaú-Unibanco S.A. de titularidade da REIT, e as PMT da operação são pagas aos credores no âmbito do CETIP. A operação tem como coordenador líder a Socopa Corretora Paulista S.A. e como agente fiduciário a Planner Trustee DTVM Ltda.. Nesta segunda Revisão, todas as PMT vencidas estavam pontualmente pagas até jun.16. O Relatório manteve a cláusula Limitadora de Classificação informado no Relatório Definitivo de 14.mai.14, pois LFRating ainda se ressente da precária informação financeira da IBMR. A base de classificação está fundada em sua suposta condição financeira e operacional, pelo fato de ser controlada pela Laureate International Universities (LAUREATE), um dos maiores grupos de ensino do mundo. As informações financeiras da LAUREATE, também, são muito precárias.

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04/07/2016 Distrato Contratual da Américas Asset Consultoria e Gestão de Investimentos Ltda..

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da Américas Asset Consultoria e Gestão de Investimentos Ltda. e retira a nota de classificação.


01/07/2016 Distrato Contratual da NSG Capital Serviços Financeiros DTVM S.A..

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da NSG Capital Serviços Financeiros DTVM S.A. e retira a nota de classificação.





23/06/2016 Recuperação Judicial Deltaville

Em 10.jun.16 as empresas (incluindo SPE) do Grupo Deltaville entraram na justiça com um pedido de Recuperação Judicial (RJ), conforme permite a Lei 11.101/05. Esta Agência havia emitido ratings para quatro operações com as seguintes empresas:

a. Novo Progresso Empreendimentos Imobiliários Ltda.–CCI–R$ 28 milhões.
b. SCCI Securitizadora–CRI–43,2 milhões com Novo Progresso como Devedora.
c. SCCI Securitizadora–CRI–R$ 40 milhões com Deltaville Empreendimentos como Devedora.
d. Habitasec Securitizadora–CRI–R$ 27 milhões com Deltaville Empreendimentos como Devedora.

Apesar de estas operações estarem no benefício dos artigos 193 e 194 da referida Lei, LFRating decidiu por retirar os ratings e proceder a uma revisão extraordinária para avaliar a extensão do alcance dos efeitos da RJ sobre estas empresas.


23/06/2016 LFRating atribui a classificação ∈A para a emissão de CRIs da Habitasec Securitizadora (Reserva Real) no montante de R$ 37,0 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating em reunião realizada no dia 23.jun.16 atribuiu a classificação ∈A à emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) da Habitasec Securitizadora S.A. no valor de R$ 37 milhões, sendo 80% representado por CRI Seniores e 20% por CRI Juniores. Os CRIs estão lastreados por CCIs de emissão da própria HABITASEC, as quais são representativas dos direitos creditórios de debêntures de emissão da Reserva Real Empreendimentos Imobiliários S.A. (RESERVA), projeto imobiliário que vem sendo implantado em etapas e é constituído por onze condomínios. Apesar de se tratar de um Relatório Definitivo, esta emissão já estava colocada e em andamento e apresentou alterações na estrutura que pretendem viabilizá-la. A LFRating teve como fatores que suportaram sua percepção de risco ao nível da classificação mencionada, entre outros: (a) a realização de uma nova emissão, que se encontra em fase final de estruturação, e que deverá prover o volume de recursos necessário à finalização das obras, trazendo, em consequência, a normalização nos pagamentos por parte dos compradores e o resgate da capacidade de pagamento das PMTs, via fluxo de recebíveis já originados e a serem originados; (b) adimplência no pagamento de todas as PMTs vencidas até abr.16, com uma Razão de Garantia de Imóveis de 402% do saldo devedor, tendo em vista a inclusão das novas garantias e já considerado o critério de compartilhamento de garantias com outra emissão.

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23/06/2016 LFRating decidiu sobre a confirmação da nota A– na 1° Revisão da emissão de Debêntures da M.Invest Planejamento e Administração de Shopping Center – R$ 420 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating, em reunião no dia 23.jun.16 para decidiu sobre a confirmação da nota A-, originalmente concedida em 29.mai.15, com base nos fatos ocorridos na operação, na empresa e na conjuntura nacional até a presente data. Os títulos classificados são Debêntures de 1ª emissão com garantia real e esforços restritos de distribuição, já emitidas por M.INVEST, no valor total de R$ 420 milhões em duas séries. Até a data de realização do Comitê de primeira Revisão, todas os 42 mil títulos estavam emitidos, mas apenas 3.342 Debêntures (8%) haviam sido subscritos e integralizados. Inicialmente, a operação foi estruturada com garantia preliminar representada pela totalidade de cotas do Fundo de Investimento em Participações Atlantis, constituído em 29.mar.12 e administrado por NSG Capital Serviços Financeiros DTVM S.A. Com a integralização da captação, essa garantia seria substituída por garantias definitivas, representadas por alienação fiduciária de imóveis, Fundo de Liquidez (FLIQ) e fiança dos controladores da M.INVEST. Entretanto, diante da situação adversa da conjuntura econômica, a estrutura original de emissão foi alterada através da realização de Aditamento à Escritura em Assembleia Geral dos Debenturistas (AGD) ocorrida em 27.abr.16. No Aditamento foram alterados: i) o Percentual Mínimo de Garantia, que passou de 120% para 150% do valor total da emissão, razão que permanecerá por todo o período da operação; ii) , alteração do prazo de carência total da 1ª série, que passou de 24 para 36 meses; iii), mudança na forma de integralização dos títulos; iv), o Fundo de liquidez com as novas regras deverá ser constituído de uma PMT, mas somente a partir do momento em que tenham sido subscritas e integralizadas, pelo menos, 30% da quantidade total das Debêntures DBS, ou seja, 12.600, independente da série, e v) por fim, alteração na liberação de recursos captados. Na atribuição de classificação do Rating Definitivo (mai.15), o Comitê considerou a inclusão de Receitas provenientes de expansões futuras e novos investimentos, que foram considerados como ocorridos, e o fluxo de recursos desses investimentos foi analisado e estressado normalmente. Sem isto, a classificação seria inviável. Tendo em vista a ocorrência de vários ajustes na estrutura original da operação, o Comitê decidiu que a emitente deverá manter informações sistemáticas (relatórios gerenciais) a cada três meses sobre a evolução da captação, evidenciando a origem dos recursos até a realização da segunda Revisão (jun.17), pelo fato de, até a data de realização deste Comitê, apenas 8% do total das DBS havia sido integralizado.

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22/06/2016 LFRating atribuiu a classificação A à emissão de CCIs da Design Resorts Empreendimentos Imobiliários Ltda. (Reserva Real) no valor de R$ 25 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating em reunião realizada em 22.jun.16, atribuiu a classificação A à emissão de Cédulas de Crédito Imobiliário (CCI) da Design Resorts Empreendimentos Imobiliários Ltda. (DESIGN). Apesar de se tratar de um Relatório Definitivo, esta emissão já estava colocada e em andamento e apresentou alterações na estrutura que pretendem viabilizá-la. Trata-se de uma empresa dedicada à concepção, comercialização e gestão de projetos imobiliários turísticos, e no Brasil sua atividade está concentrada no desenvolvimento de empreendimento em Camaçari - BA e na implantação do Reserva Real, empreendimento que vem sendo realizado em etapas. A LFRating teve como fatores que suportaram sua percepção de risco ao nível da classificação mencionada, entre outros; (a) a realização de uma nova emissão, que se encontra em fase final de estruturação, e que proporcionará os recursos necessários ao término das obras, bem como o resgate da capacidade de pagamento do fluxo das PMTs, via fluxo de recebíveis já originados e a serem originados. (b) adimplência no pagamento de todas as PMTs vencidas até abr.16 e enquadramento da Razão de Garantia de Imóveis, que atingiu 416% do saldo devedor, já considerando o compartilhamento de garantias com outra emissão.

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14/06/2016 LFRating atribuiu a classificação A para a emissão de CCBs da Companhia Águas de Itapema – R$ 43 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating, em reunião realizada no dia 14.jun.16, atribuiu a classificação A, em moeda local e em caráter definitivo, a seis CCBs emitidas por Companhia Águas de Itapema, no montante nominal de R$ 43 milhões, emitidas em set-nov/06 e prazo de vencimento até jun.21. Entretanto, LFRating, está atribuindo nota para emissão em caráter definitivo, a partir do conhecimento e análise de documentos e informações prestadas pela emitente e agentes externos participantes da operação. De acordo com o dispositivo contratual esta classificação terá revisão a cada 12 meses.Os recursos foram direcionados para melhoria dos serviços de distribuição de água e implantação do tratamento de esgotos da área urbana da cidade de Itapema-SC. A concessão foi formalizada por Contrato de Concessão Plena n° 97/04, em abr.04 com a Prefeitura Municipal, com a ITAPEMA assumindo a responsabilidade da exploração outorgada por concessão dos serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto da cidade, com prazo inicial até 2029 (25 anos), que foi ampliado em dez.15 para 2044 (40 anos). Adimplência e preservação das garantias: para a operação, ainda que tenham transcorrido dez anos após a data de emissão das CCBs, sem imprevistos relevantes, consideramos que o período restante é de médio prazo, sujeito às naturais mudanças no cenário econômico e político, mas não ultrapassa o prazo da CONCESSÃO. Até a data de realização do Comitê, todas as obrigações (PMTs) da ITAPEMA tinham sido atendidas, não havendo qualquer inadimplemento, conforme informações confirmadas pelo agente fiscalizador. A estrutura da operação contempla um Fundo de Liquidez (FLIQ) que busca mitigar os momentos de dificuldades ocasionais no fluxo mensal esperado. São três PMTs reservadas na Conta Vinculada no Banco BRADESCO, com saldo de R$ 4,1 milhões em 31.mar.16 e um saldo devedor da operação na mesma data de R$ 43,9 milhões. O nível de inadimplência por conta dos usuários é baixo (2,5%), o que não compromete o fluxo de recursos na conta vinculada e o respectivo pagamento às CCBs.

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01/06/2016 LFRating confirmou em A+, Perspectiva Neutra, a classificação para o risco de crédito do BANESTES.

Em reunião realizada no dia 1º de junho de 2016, o Comitê de Risco da LFRating, manteve em A+, Perspectiva Neutra, a classificação em moeda nacional (R$) do risco de crédito do Banco Estado do Espírito Santo S.A. – BANESTES. Organizado sob a forma de banco múltiplo, o Banco desenvolve operações de crédito comercial, rural, industrial, imobiliário, arrendamento mercantil, administração de cartão de crédito, programa de alimentação ao trabalhador e câmbio. Através de suas controladas, realiza ainda operações nas áreas de seguros, distribuição/intermediação de valores e administração de recursos de terceiros. Empresa de capital aberto desde julho de 1977, o BANESTES é controlado pelo Governo do Estado do Espírito Santo, atua basicamente no Estado e opera com um total de 2.599 funcionários concursados e uma rede de 134 agências, das quais 132 localizadas no Espírito Santo. Além dessas unidades, trabalhava com 26 Postos de Atendimento (PAs), 255 Postos de Atendimento Eletrônico (PAEs) e 405 correspondentes, num total de 820 pontos de atendimento. Em 31 de março de 2016 o Banco trabalhava com Ativos da ordem de R$ 19.264 milhões, Patrimônio Líquido de R$ 1.185 milhões, Operações de Crédito de R$ 3.470 milhões, Depósitos Totais de R$ 9.311 milhões e Índice de Basiléia de 18,9%. Durante o 1º trimestre de 2016 apurou Receitas Financeiras de R$ 648 (R$ 2.233 milhões no exercício de 2015) e Lucro Líquido de R$ 38 milhões (R$ 151 milhões em 2015), o que resultou em Margem Líquida de 5,9% e Rentabilidade Patrimonial de 13,8%.

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31/05/2016 RISKcoop e LFRating confirmaram a classificação A2+ para o risco de crédito da Uniprime Norte do Paraná.

O Comitê de Risco de RISKcoop e LFRating, em reunião realizada no dia 30.mai.16, confirmou a classificação A2+, em moeda local (R$), para o risco de crédito da Uniprime Norte do Paraná - Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Médicos, Profissionais das Ciências e das Artes e Empresários Ltda. (UNIPRIME N PA). Esta classificação é conferida a Cooperativas com boa condição geral, operacional e de risco, e que devem ser afetadas apenas no longo prazo por mudanças estruturais e conjunturas da economia. As metas patrimoniais e de resultado, assim como as taxas praticadas pela UNIPRIME N PA são bem planejadas e definidas, acompanhadas mensalmente através de relatórios específicos bastante informativos, continuamente observados, revisados e conferidos. Sua estrutura operacional, administrativa, financeira e de TI assemelha-se à de um banco múltiplo de pequeno porte. Em dez.15 seus Ativos atingiram o volume de R$ 1.304 milhões, as Operações de crédito cresceram para R$ 593 milhões, os Depósitos elevaram-se a R$ 839 milhões e o Patrimônio Líquido evoluiu para R$ 378 milhões, posicionando a UNIPRIME N PA entre as maiores Cooperativas de Crédito singulares do Brasil. Durante o exercício de 2015 suas Receitas da Atividade avançaram para R$ 215 milhões e as Sobras Líquidas para R$ 64 milhões, resultados que proporcionaram Margem Líquida de 30% e Rentabilidade Patrimonial de 20%. No fim do período a Cooperativa trabalhava com Índice de Basileia de 28,7%.

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24/05/2016 Distrato Contratual da RMEX Construção e Incorporação.

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da RMEX Construção e Incorporação e retira a nota de classificação.

 



17/05/2016 LFRating mantém a classificação A+ na 2° Revisão da emissão de debêntures da Xnice Participações S.A., montante de R$ 445 milhões.

Em reunião realizada em 17.mai.16, o Comitê de Risco da LFRating, manteve a classificação A+ à emissão de debêntures da Xnice Participações S.A.. A emitente é uma SPE com participação societária no capital da ATG Americas Trading Group S.A. empresa que está na fase de implementação do projeto de uma nova bolsa de valores no País assim como de uma nova câmara de compensação de ativos e de uma depositária central. A classificação mencionada reflete a percepção da LFRating do baixo risco de inadimplência esperada, envolvendo fatores como: (i) definição e contratação da Tata Consulting que, juntamente com a decisão de criar estrutura própria de depositária, permite avançar no desenvolvimento do projeto, assegurando a sua conclusão sem depender de terceiros; (ii) o atraso de 18 meses no cronograma inicial, determinando o surgimento de um gap entre o início da geração de caixa e o pagamento da primeira PMT anual de juros, é amenizado pelo tempo ainda a decorrer, de 24 meses, e pelo formato bullet para a amortização do principal; (iii) a captação de R$ 73,1 milhões registrada em 2015, que seguiu o planejamento estabelecido e empresta alguma segurança à operação, tendo em vista que as colocações foram realizadas em meio a uma conjuntura de incertezas e indefinições econômicas e políticas. 

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16/05/2016 Distrato Contratual da Grenada SP Participações Ltda..

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da Grenada SP Participações Ltda. e retira a nota de classificação.


12/05/2016 Distrato Contratual da Thá Realty I Empreendimentos Imobiliários S.A..

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da Thá Realty I Empreendimentos Imobiliários S.A. e retira a nota de classificação.


12/05/2016 Distrato Contratual da Thá Realty Empreendimentos Imobiliários S.A..

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da Thá Realty Empreendimentos Imobiliários S.A. e retira a nota de classificação.




25/04/2016 LFRating comunica que o CRI 95° Série da 1°. Emissão da RB CAPITAL SECURITIZADORA S.A. (TBM–Par Investimentos e Participações) foi liquidado conforme previsto na estrutura de emissão.

LFRating comunica que em 25 de abril de 2016, o CRI 95ª Série da 1ª. Emissão da RB CAPITAL SECURITIZADORA S.A. (TBM-Par Investimentos e Participações) foi liquidado conforme previsto na estrutura de emissão, montante de R$ 14,7 milhões. A operação foi encerrada com a nota ∈A, na escala de rating de LFRating. Em vista deste fato, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da operação.



22/04/2016 Distrato contratual da SPE BHP Gama Investimentos Imobiliários Ltda..

A empresa não apresentou as informações solicitadas por LFRating para a atualização periódica da classificação de risco relativa ao período encerrado em 26/fev/2016. Esta obrigação, envio da documentação, estava explícita no Contrato firmado com a empresa. Por esse motivo LFRating considera encerrada a validade do rating elaborado em 26/ago/2015 e as obrigações assumidas quando da sua contratação.


22/04/2016 Distrato contratual da Infra Asset Management Ltda..

A empresa não apresentou as informações solicitadas por LFRating para a atualização periódica da classificação de risco relativa ao período encerrado em 19/jan/2016. Esta obrigação, envio da documentação, estava explícita no Contrato firmado com a empresa. Por esse motivo LFRating considera encerrada a validade do rating elaborado em 19/jan/2015 e as obrigações assumidas quando da sua contratação.


20/04/2016 LFRating confirmou em A+, Perspectiva Neutra, a classificação para o risco de crédito do BANESTES.

O Comitê de Risco de LFRating, em reunião realizada no dia 20 de abril de 2016, manteve em A+Perspectiva Neutra, a classificação em moeda nacional (R$) do risco de crédito do Banco Estado do Espírito Santo S.A. – BANESTES. Organizado sob a forma de banco múltiplo, o Banco desenvolve operações de crédito comercial, rural, industrial, imobiliário, arrendamento mercantil, administração de cartão de crédito, programa de alimentação ao trabalhador e câmbio. Através de suas controladas, realiza ainda operações nas áreas de seguros, distribuição/intermediação de valores e administração de recursos de terceiros. Empresa de capital aberto desde julho de 1977, o BANESTES é controlado pelo Governo do Estado do Espírito Santo, atua basicamente no Estado e opera com um total de 2.599 funcionários concursados e uma rede de 134 agências, das quais 132 localizadas no Espírito Santo. Além dessas unidades, possui 27 Postos de Atendimento (PAs), 255 Postos de Atendimento Eletrônico (PAEs) e 448 correspondentes, num total de 864 pontos de atendimento. Em 31 de dezembro de 2015 trabalhava com Ativos de R$ 18.241 milhões, Patrimônio Líquido de R$ 1.161 milhões, Operações de Crédito de R$ 3.470 milhões, Depósitos Totais de R$ 8.826 milhões e Índice de Basiléia de 19,8%. Durante o exercício de 2015 apurou Receitas Financeiras de R$ 2.233 milhões e Lucro Líquido de R$ 151 milhões, o que resultou em Margem Líquida de 6,8% e Rentabilidade Patrimonial de 14,2%.

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14/04/2016 LFRating confirmou a nota ∈BB para os CRIs emitidos por Brazilian Securites Companhia de Securitização S. A.(Dadalto Administração e Participações Ltda.) – R$ 75,9 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating, em reunião realizada em 14.abr.16, em sétima Revisão de classificação, confirmou a classificação ∈BB, em moeda nacional, para a emissão estruturada dos Certificados de Recebíveis Imobiliários da 290ª série da 1ª emissão da Brazilian Securities, com data de vencimento para dez.22, em regime fiduciário, com lastro em uma CCI emitida pelo Treviso Fundo de Investimento Imobiliário, representativa de créditos imobiliários derivados de Contrato de Locação pelo prazo de 15 anos celebrado entre o TREVISO e a DLD Comércio Varejista Ltda. (DLD), que se constitui na principal pagadora, tendo como fiador Dadalto Administração e Participações Ltda. O histórico de progressivos downgrades na classificação, que reduziu a nota original ∈A para ∈BB na sexta Revisão (nov.15) e confirmada nesta sétima Revisão de abr.16, teve origem em uma sequência de eventos preocupantes, como o fato de uma operação com compromissos de longo prazo (dez anos) ter sua principal devedora (DLD) apresentado fragilidade em sua estrutura financeira e fraco desempenho de resultados já no segundo ano após a emissão dos títulos. Com a evolução das dificuldades internas e a forte retração de vendas do comércio varejista, o pedido de Recuperação Judicial (out.15) foi apresentado à Justiça de Vitória-ES. Esta sétima Revisão, tem por objetivo, a exemplo das anteriores, atualizar os fatos ocorridos após a revisão anterior, principalmente pelas deliberações impostas pelos investidores na Quarta ATA da 5ª. Assembleia Geral dos Titulares dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (23.fev.16), pelo conhecimento das novas propostas de redução do risco de crédito da operação envolvendo abatimento do saldo devedor com venda de imóvel, eventual reforço e melhorias de garantias em relação ao saldo devedor. A principal deliberação nessa Assembleia foi aprovação por maioria de um waiver até a conclusão da Recuperação Judicial, com relação às hipóteses de vencimento antecipado da operação. Decisão Judicial - o processo de Recuperação Judicial, em fase inicial, foi entregue à 13ª Vara Cível de Vitória-ES em jan.16. A decisão judicial é fato importante para a viabilidade do plano elaborado. Um julgamento favorável sinaliza a possibilidade de melhoria de classificação (upgrade), assim que ocorrer tal decisão/aprovação, seguida de uma análise de sua exequibilidade. O plano original prevê o pagamento aos credores num prazo de treze anos, com três de carência, para início de pagamento do principal. O Comitê de Risco de LFrating estende a atual classificação até o prazo máximo de seis meses (out.16), por entender que seja um prazo suficiente para o conhecimento das decisões sobre aceitação ou não do Plano de Recuperação Judicial da DLD, além de novas atribuições a serem exigidas pelos investidores.

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12/04/2016 LFRating comunica a liquidação antecipada das CCBs emitidas por Aparatto Empreendimentos Imobiliários – R$ 3 milhões.

LFRating comunica que em junho de 2015 houve a liquidação antecipada das Cédulas de Crédito Bancário-CCB de emissão da Aparatto Empreendimentos Imobiliários Ltda., montante de R$ 3 milhões. A operação foi encerrada com a nota A+, na escala de rating de LFRating. Em vista deste fato, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da operação.


11/04/2016 LFRating atribuiu a classificação A para o risco de crédito de CCIs emitidas pela Proeminvest Participações/Expansion III Participações – R$ 2 milhões.

Em reunião realizada no 11.abr.16, o Comitê de Risco de LFRating atribuiu, em caráter definitivo, a classificação A para o risco de crédito de cinco CCIs emitidas pela Proeminvest Participações Ltda., empresa do mesmo grupo econômico da Expansion III Participações Ltda., com a qual firmou um Contrato de Mútuo com a finalidade específica de financiar a continuidade do processo de construção do Condomínio Green Club 2, localizado em São José do Ribamar-MA.



05/04/2016 LFRating decidiu em segunda Revisão por um downgrade de A+ para BBB–, a emissão de CCIs por Domus Companhia Hipotecária (SERVIC Construtora) – R$ 5,6 milhões.

O Comitê de Risco de LFRating, em reunião realizada no dia 5.abr.16, decidiu em segunda Revisão, por um downgrade de A+ para BBB-, em moeda nacional, a emissão de CCIs por Domus Companhia Hipotecária, após verificação de uma série de fragilidades surgidas na operação. Os títulos emitidos são representativos de créditos imobiliários originados em Contrato de Financiamento, firmado entre a emitente e a SERVIC Construtora Ltda., com a garantia de Contratos de Compra e Venda dos Empreendimentos Jardim das Flores I e II e Vitória Régia, ambos totalmente construídos, localizados em Castanhal-PA. O Valor total da emissão é de R$ 5,6 milhões e seu prazo de pagamento é ao longo de sete anos. O monitoramento das responsabilidades da SERVIC é realizado pela Reit Soluções Financeiras Imobiliárias, que também figura como Gestor Fiduciário e estruturador da operação. O downgrade atribuído pelo Comitê de Risco de LFRating nesta segunda Revisão foi definido com a constatação de obrigações não cumpridas pela SERVIC, principalmente pela ausência de garantias líquidas, Fundo de Liquidez e insuficiência de recebíveis em conta vinculada, cujo objetivo é manter a obrigação de pagamento mensal assumido com os titulares das CCIs. Cabe ressaltar que, embora tenha havido efetiva desobediência das obrigações contratuais que podem levar a operação a um vencimento antecipado, sem período de carência, até fev.16 as PMTs (26) foram pagas dentro dos prazos estabelecidos, restando um saldo devedor de R$ 4,4 milhões. Mesmo assim, diante das condições apresentadas pela operação, O Comitê entendeu que o complemento das PMTs pagas mensalmente são realizados com recursos provenientes do fluxo de caixa da SERVIC, condição não prevista na estrutura da operação. Dessa forma, por se tratar de uma operação estruturada, o Comitê também observou que não houve recomposição do FLIQ, sinalizando sintoma grave e indicando agravamento em futuro próximo. Por conta disso, foi entendimento que a nota BBB- deveria ser uma classificação com prazo de validade reduzido, sendo monitorada e revista em até seis meses (out.16), uma vez que a operação caminha para um novo downgrade, caso não haja ajustes entre as partes.

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01/04/2016 Distrato contratual da Ocean Houses Incorporação Imobiliária S.A.

A empresa não apresentou as informações solicitadas por LFRating para a atualização periódica da classificação de risco relativa ao período encerrado em 01/mar/2016. Esta obrigação, envio da documentação, estava explícita no Contrato firmado com a empresa. Por esse motivo LFRating considera encerrada a validade do rating elaborado em 01/dez/2015 e as obrigações assumidas quando da sua contratação.


01/04/2016 Distrato contratual da Greenvillage Incorporações Imobiliárias S.A..

A empresa não apresentou as informações solicitadas por LFRating para a atualização periódica da classificação de risco relativa ao período encerrado em jan/2016. Esta obrigação, envio da documentação, estava explícita no Contrato firmado com a empresa. Por esse motivo LFRating considera encerrada a validade do rating elaborado em jul/2015 e as obrigações assumidas quando da sua contratação.








17/03/2016 LFRating definiu um down grade para BB na classificação da 4° Revisão da emissão de CCIs da Indaiatuba Holding Empreendimentos Imobiliários – R$ 65 milhões.

O Comitê de Risco da LFRating em reunião realizada em 17.mar.16, definiu um down grade de A+ para BB na 4ª Revisão da nota da emissão de cédulas de crédito imobiliário (CCI) da Indaiatuba Holding Empreendimentos Imobiliários Ltda, no valor de R$ 65 milhões. Trata-se de uma empresa holding da qual 100% do capital é detido de forma indireta pelo Grupo Jacitara, que tem mais de 20 anos de experiência no mercado imobiliário, sendo os recursos destinados à construção de quatro empreendimentos imobiliários residenciais localizados nos municípios de Indaiatuba, Itu e Vinhedo, todos no Estado de São Paulo. Ao nível da classificação obtida, a percepção de risco da LF Rating foi baseada nos seguintes fatores, entre outros: (i) o desenquadramento da emitente relativamente ao Valor Mínimo de Garantia cujo montante foi utilizado no pagamento da 1ª PMT; (ii) os sucessivos adiamentos registrados no condomínio Itaici, cujo lançamento, se tudo estiver em concordância, poderá ocorrer em dez.16, ou seja, 14 meses após o início do pagamento das PMTs em lugar dos três meses antes da 1ª PMT, conforme verificado na 1ª Revisão; (iii) a impossibilidade de determinar o tempo necessário para o lançamento do último condomínio, assim como dimensionar com razoável grau de certeza o término ou o início de uma reversão da tendência negativa na conjuntura, impedem a definição do volume de recursos a ser gerado nos próximos anos, não sendo possível estabelecer expectativas fundamentadas acerca do comportamento do fluxo de repagamento das PMTs.

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04/03/2016 LFRating e RISKcoop confirmaram mais uma vez a classificação máxima A3 para o risco de crédito da COOPERFORTE.

O Comitê de Risco de RISKcoop e LFRating, em reunião realizada no dia 4.mar.16, confirmou mais uma vez a classificação máxima A3 em moeda local para o risco de crédito da Cooperforte - Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários de Instituições Financeiras Públicas Federais Ltda. (COOPERFORTE). Apesar do momento mais conturbado para a economia e o mercado da COOPERFORTE, essa é a décima primeira confirmação anual de sua nota, mostrando uma regularidade dos processos de gestão. O rating A3 conferido à COOPERFORTE reflete nossa avaliação baseada nas informações encaminhadas pela Cooperativa e reforçada na reunião realizada na sua sede em fev.16, onde foram entrevistados todos os líderes de área, além de uma reunião especial com a diretoria. A COOPERFORTE tem metas simples e bem claras, acompanhadas em reuniões semanais da diretoria com o corpo técnico, além de obedecerem a princípios técnicos de planejamento estratégico, seguidas de controles amplos e eficientes. As estruturas diretivas e operacionais da COOPERFORTE são equivalentes às de um banco comercial de pequeno porte. A décima primeira confirmação da nota de rating reflete uma estratégia de crescimento tanto de ativos quanto de cooperados, o aperfeiçoamento de seus controles, a eficiente estrutura de tecnologia e um excelente vetor de governança que juntos contribuem para manter o risco corporativo muito baixo.

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01/03/2016 Distrato Contratual do BIC Banco.

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento do BIC - Banco Industrial e Comercial S.A..


01/03/2016 Distrato Contratual do Banco BANIF.

Tendo em vista a resilição do Contrato de Prestação de Serviços Técnicos, LFRating dá por encerrado o acompanhamento do Banco Internacional do Funchal (Brasil) - BANIF.


01/03/2016 Distrato contratual da Cobansa Companhia Hipotecária.

A empresa não apresentou as informações solicitadas por LFRating para a atualização periódica da classificação de risco relativa ao período encerrado em set/2015. Esta obrigação, envio da documentação, estava explícita no Contrato firmado com a empresa. Por esse motivo LFRating considera encerrada a validade do rating elaborado em set/2014 e as obrigações assumidas quando da sua contratação.


25/02/2016 LFRating e RISKcoop decidiram por confirmar a nota de classificação B3+ para o risco de crédito da ENGECRED.

O Comitê de Risco de RISKcoop e LFRating, em reunião de segunda Revisão realizada no dia 25.fev.16, decidiu por confirmar a nota de classificação B3+, em moeda local (R$), refletindo o risco corporativo da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Goiânia e Região Ltda. (ENGECRED). A classificação B3+ é conferida às Cooperativas com boa condição geral de risco, boa estrutura operacional, de gestão e de pessoal. Alguns ajustes necessários detectados na due diligence anterior foram efetuados e estão em processo de consolidação. A confirmação da nota tem um dos fundamentos na expectativa de deterioração do crédito e nas dificuldades que o principal setor da ENGECRED enfrenta.LFRating entendeu que os efeitos conjunturais adversos, que estão sendo vivenciados pela economia e empresas em geral, podem afetar o desempenho da ENGECRED no médio prazo e, por isso, os respectivos indicadores foram ajustados na matriz de classificação. Mas é digno de nota que a ENGECRED mostrou boa melhora na maior parte das áreas analisadas, em especial na estrutura de TI. A Diretoria da ENGECRED é formada por profissionais da área de engenharia, mas com boa experiência administrativa adquirida na própria Cooperativa e através de cursos e seminários específicos. O Diretor Geral, ainda que engenheiro, possui experiência no mercado financeiro como superintendente do Bancoob. A Diretoria atua full time e conta com Superintendentes dedicados em quatro áreas importantes (Suporte Organizacional, Relacionamento com Associado, Crédito e Cadastro, Recuperação de Ativos) fundamentais para as operações.

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18/02/2016 Distrato contratual da MRM Empreendimentos Ltda..

A empresa não apresentou as informações solicitadas por LFRating para a atualização periódica da classificação de risco relativa ao período encerrado em out/2015. Esta obrigação, envio da documentação, estava explícita no Contrato firmado com a empresa. Por esse motivo LFRating considera encerrada a validade do rating elaborado em out/2014 e as obrigações assumidas quando da sua contratação.


17/02/2016 Distrato contratual da VCG Empreendimentos Imobiliários Ltda..

A empresa não apresentou as informações solicitadas por LFRating para a atualização periódica da classificação de risco relativa ao período encerrado em nov/2015. Esta obrigação, envio da documentação, estava explícita no Contrato firmado com a empresa. Por esse motivo LFRating considera encerrada a validade do rating elaborado em nov/2014 e as obrigações assumidas quando da sua contratação.







03/02/2016 LFRating decidiu reduzir de AA para BB a nota de rating associada às CCIs da SPE Thá Realty Empreendimentos Imobiliários S.A – R$ 90 milhões.

Em reunião de Revisão de rating realizada em 03.fev.16, o Comitê de Risco de LFRating decidiu reduzir de AA para BB a nota de rating associada às CCIs da SPE Thá Realty Empreendimentos Imobiliários S.A. Este downgrade reflete, dentre outros aspectos, o entendimento desta Agência sobre a acentuada redução das garantias mais líquidas da operação.






04/01/2016 LFRating comunica a liquidação antecipada das CCIs emitidas por Novo Progresso Empreendimentos Imobiliários Ltda. (Deltaville) – R$ 35 milhões.

LFRating comunica que em 15 de maio de 2015 houve a liquidação antecipada das Cédulas de Crédito Imobiliários-CCIs de emissão da Novo Progresso Empreendimentos Imobiliários Ltda. (Deltaville), montante de R$ 35 milhões. A operação foi encerrada com a nota ∈AA, na escala de rating de LFRating. Em vista deste fato, LFRating dá por encerrado o acompanhamento da operação.


30/12/2015 Emissão de debêntures da Luza Brasil SPE S.A. foi cancelada.

A 1ª emissão de debêntures simples da Luza Brasil SPE S.A., no valor de R$ 280 milhões e emitidas em dez.14, foi cancelada pela emitente uma vez que não foi realizada a distribuição dos títulos.



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